terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Conta pra mim...
Conta pra mim de onde a gente se conhece. De onde vem a sensação de que sempre esteve aqui, quando eu sei que não estava. Conta por que nada do que diz sobre você me parece novidade, como se eu estivesse lá, nos lugares que relembra, quando eu sei que não estive. Conta onde nasce essa familiaridade toda com os seus olhos. Onde nasce a facilidade para ouvir a música de cada um dos seus sorrisos. Onde nasce essa compreensão das coisas que revela quando cala. Conta de onde vem a intuição da sua existência tanto tempo antes de nos encontrarmos.
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Michael para sempre
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Michael Jackson o Homen Inocente
Letra manuscrita por Michael, a caneta sobre papel pautado, aparentemente escrita em 1993 para uma canção que nunca foi gravada. O trecho diz:
"Se eu navegar para Acapulco ou Cancun no México, lá a lei está esperando por mim ... E Deus sabe que eu sou inocente. Se esperarem por mim no Cairo então Senhor para onde vou, eu sou um homem sem país. No entanto Deus sabe que eu sou inocente.
"Se eu navegar para Acapulco ou Cancun no México, lá a lei está esperando por mim ... E Deus sabe que eu sou inocente. Se esperarem por mim no Cairo então Senhor para onde vou, eu sou um homem sem país. No entanto Deus sabe que eu sou inocente.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Projeto Misterioso de Michael Jackson

Foto a preto e branco ao cimo das escadas onde se lê "Apenas crianças com um sonho"Em 1983, Michael ofereceu-se para pagar a renovação da mansão da família em Encino. Projetos novos são quase sempre idéias de Michael.Katherine Jackson compartilha o projeto misterioso de Michael para com a sua família:
Havia um projeto de decoração de Michael que ele estava determinado em manter em segredo.
“Não suba no sótão,” continuava ele avisando. “Sótão” foi o nome que nós demos para dois quartos pequenos em cima da garagem. Era naqueles quartos que ele estava trabalhando.
“Bem, eu não vou ,” assegurei-lhe. Mesmo se eu quisesse meter o nariz e eu queria, eu não poderia. Michael mantinha a porta trancada.
“Não suba no sótão,” continuava ele avisando. “Sótão” foi o nome que nós demos para dois quartos pequenos em cima da garagem. Era naqueles quartos que ele estava trabalhando.
“Bem, eu não vou ,” assegurei-lhe. Mesmo se eu quisesse meter o nariz e eu queria, eu não poderia. Michael mantinha a porta trancada.
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Arquivo Michael
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Michael em Manila - Natal com os órfãos 1996
Por Gen. J. Cariño (The Philippine Star Hotel) Manila Hotel em 7 de dezembro de 1996. Michael aparece entregando um saco de presentes a um menino órfão no Natal, durante a festa realizada no Hotel Manila.
MANILA, Filipinas - Quando eu era um oficial de relações públicas no Manila Hotel, fui designado para chefiar a anual festa 'Orphan's Christmas Party', onde 300 crianças de orfanatos diferentes se reúnem no teatro próximo ao Metro Manila, e são brindadas com um dia de diversão e surpresas.
MICHAEL JACKSON EM JULGAMENTO OUTRA VEZ - II
(Minha intenção com esse blog é disseminar matérias importantes
das verdades sobre Michael Jackson, tanto do artista quanto do ser humano
grandioso que sempre foi e que teve sua verdadeira imagem distorcida ao longo
dos anos e não de violar direitos autorais de outrem, então segue o
crédito/link da fonte original de onde está sendo repassada essa matéria)
Créditos da matéria: http://www.innermichael.com/
Michael Jackson em Julgamento Outra Vez
Parte II
Escrito por Rev. Barbara Kaufmann
Tradução: Maíra
O Julgamento de Conrad Murray por homicídio involuntário, tornou-se predição sobre Michael Jackson, em vez de seu médico, porque o uso de Propofol era incomum e o paciente era famoso. No tribunal, a exibição das garrafas de medicamentos foi um grande drama e a mídia aproveitou e correu para publicar "vício de Michael Jackson.
“Um olhar mais atento sobre as datas, o número de comprimidos prescritos, medidos em relação ao número tomados, o número deixado e o espaço de tempo em que as pílulas estiveram no quarto, não provam que Jackson era um viciado, mas que ele era, na realidade, não complacente aos medicamentos que lhe foram prescritos. Mas isso não é atraente; e tudo isso só é atraente ganhando telespectadores para um julgamento que estava previsto para ser “maior do que o julgamento de Anthony Casey." Só que não foi. Fadiga da histeria, talvez? Tivemos o bastante?
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