quarta-feira, 13 de junho de 2012

13 de Junho de 2005 - Hoje completa 7 anos que o mundo acompanhou um dos epsódios mais vergonhosos da história do jornalismo.




TEXTO DE CHARLES THOMSON: TEXTO DE CHARLES THOMSON: UM DOS EPISÓDIOS MAIS VERGONHOSOS DA HISTÓRIA DO JORNALISMO
No artigo abaixo - um dos melhores, por sinal, já escritos sobre o VERGONHOSO papel da jornalismo na vida de Michael Jackson - Charles Thomson simplesmente escancarou a mídia.

Nunca é demais ressaltar que enquanto Michael Jackson  vivia sob escrutínio da mídia e público,  aconteceram a Guerra do Iraque em 2003, o tsunami de dezembro de 2004, a morte do papa João Paulo II , o atentado terrorista em Londres e o furacão Katrina, todos em 2005.
Nenhum desses acontecimentos foi mais importante para as imprensas americana e britânica do que a obsessão em ver um homem inocente atrás das grades.

UM DOS EPISÓDIOS MAIS VERGONHOSOS DA HISTÓRIA DO JORNALISMO

Hoje faz 7 anos que os 12 componentes do júri unanimamente inocentaram Michael Jackson das várias acusações de abuso sexual, conspiração e de oferecer bebida alcoólica para um menor de idade. É difícil saber como a história irá se lembrar do julgamento de Michael Jackson. Talvez como o resumo do que é a obsessão ocidental por suas celebridades. Talvez como o linchamento do século 21. Pessoalmente, eu acho que este episódio será lembrado como um dos mais vergonhosos da história do jornalismo.



E é só quando nos encontramos procurando nos arquivos dos jornais e revendo horas de cobertura televisiva, que realmente compreendemos a magnitude das falhas da mídia. E isso aconteceu na indústria toda. Sem dúvida, alguns repórteres e até algumas publicações e canais de TV favoreceram de forma excessiva a promotoria, mas muitas das deficiências da mídia eram institucionais.
Em uma mídia obcecada por frases de impacto, como se pode reduzir 8 horas de testemunho em duas frases e continuar sendo preciso?
Em uma era de notícias imediatas e blogs instantâneos, como resistir à tentação de, na primeira oportunidade, sair correndo da sala de tribunal para divulgar as últimas notícias sobre as libertinas alegações, mesmo que isso signifique perder uma parte do testemunho do dia?
Analisando o julgamento de Michael Jackson, eu vejo uma mídia fora de controle. A quantidade de propagandas, vieses, distorções e informações erradas vai além da compreensão. Lendo as transcrições do tribunal e comparando-as com as edições dos jornais, o julgamento que foi retransmitido para nós não parece nem a lembrança do julgamento que realmente aconteceu dentro do tribunal. As transcrições mostram uma promotoria promovendo um desfile enorme de puídas testemunhas cometendo perjúrios a toda hora e cedendo descaradamente ao interrogatório. Os jornais e a TV noticiam, dia a dia, acusações hediondas e lúgubres insinuações.
Era 18 de novembro de 2003 quando 70 policiais entraram no rancho Neverland, de Michael Jackson. Assim que a notícia da incursão foi divulgada, canais de TV abandonaram suas programações e começaram uma cobertura 24 horas. Quando a notícia de que Jackson havia sido acusado de abuso sexual pelo jovem sobrevivente de câncer, Gavin Arvizo, o garoto que ficou famoso por segurar a mão do cantor no documentário de Martin Bashir "Living With Michael Jackson"  surgiu, a mídia entrou em êxtase. As emissoras ficaram tão obcecadas pelo "escândalo Jackson", que um ataque terrorista na Turquia quase não foi noticiado, com apenas a CNN se dando ao trabalho de transmitir a conferência de imprensa de George Bush e Tony Blair sobre o desastre.
As três maiores redes de TV dos EUA imediatamente começaram a transmitir especiais de uma hora a respeito do caso Jackson, aparentemente não dissuadidos pelo fato de que ainda não se sabia nada sobre as acusações e de que os promotores não estavam respondendo a perguntas. A CBS dedicou um episódio de 48 horas sobre a prisão de Jackson, enquanto a NBC e a ABC também exibiam especiais sobre Jackson. Dois dias após a incursão a Neverland, e antes de Jackson ter sido preso, o VH1 anunciava um documentário de meia hora chamado "O Escândalo Sexual de Michael Jackson".
O Daily Variety descrevia a história como sendo "uma dádiva para os meios de comunicação, principalmente os canais de TV a cabo e as emissoras locais que queriam ultrapassar a audiência de Nielsen."
O Daily Variety estava certo. Todos os programas dedicados a celebridades se dedicaram apenas a história de Jackson. Os índices de audiência estavam 10% mais altos quando comparados à semana anterior. O Entertainment Tonight e o Extra Booth alcaçaram a melhor audiência da temporada e o Celebrity Justice celebrou um aumento de 8%.
Os jornais reagiram de forma tão histérica quanto os canais de TV. A manchete "Sicko!" (mistura da palavra sick - doente em Inglês - e Jacko) encabeçava a edição do New York Daily News. "Jacko: Agora saia dessa!" exclamava o New York Post.
O The Sun - o maior jornal britânico - escreveu um artigo intitulado "He's Bad, He's Dangerous, He's History" (Ele é Mau, Ele é Perigoso, e Ele já era - expressão comum em Inglês). O artigo divulgava Jackson como um "ex-negro" e um "ex-astro", uma "aberração" e um "indivíduo pervertido" e clamava para que seus filhos fossem tirados dele. "Se ele não fosse um pop star milionário" dizia, "ele já teria sido preso há muitos anos".
Encorajados pelos índices de audiência que o escândalo havia gerado, a mídia se dedicou a explorar o caso da forma que pôde.
Tom Sinclair, da Entertainment Weekly escreveu:

"A mídia, desde um repórter brega de tabloide até o âncora de jornal mais respeitado, está em êxtase, brigando para preencher cada pedaço das colunas de jornais e espaço de transmissão com furos e informantes do caso Jackson".
"A pressão sobre os jornalistas é enorme", o advogado Harland Braun disse e Sinclair rebateu:

"Então vocês, advogados, nunca viram o serpentear da televisão falando de casos com os quais não tem conexão alguma?"

E acrescentou:

"E não só os advogados, mas todos, desde médicos, escritores até vendedores de lojas estão fazendo número nas transmissões da TV e na impressão dos jornais".

Enquanto a mídia estava ocupada exibindo uma tropa de charlatões e "amigos distantes", que tinham a sua opinião a respeito do escândalo, o time de promotores por trás das investigações de Jackson estavam apresentando um comportamento bastante questionável - mas a mídia não parecia se importar.
Durante a incursão a Neverland, o advogado do distrito (DA), Tom Sneddon - o promotor que perseguiu Jackson em 1993, sem sucesso - e seus assistentes violaram os termos do seu próprio mandado de busca, entrando no escritório de Jackson e apreendendo uma série de documentos comerciais totalmente irrelevantes. Eles também entraram ilegalmente no escritório de uma equipe de detetives particulares que estavam trabalhando na defesa de Jackson, e levaram documentos da defesa da casa do assistente pessoal do cantor.
Sneddon também pareceu estar adulterando, com elementos fundamentais do seu caso, provas que surgiam para minimizar as alegações da família Arvizo. Por exemplo, quando o DA descobriu duas fitas com uma entrevista na qual toda a família Arvizo defendia Jackson e negava qualquer abuso, ele apresentou a alegação de conspiração e disse que eles haviam sido forçados a mentir contra suas vontades.
Um outro exemplo: o advogado de Jackson, Mark Geragos apareceu na NBC em janeiro de 2004 e anunciou que o cantor tinha um álibi incontestável para as datas nas folhas de acusação; quando Jackson se apresentou novamente em abril para responder às acusações de conspiração, as datas do suposto “abuso” haviam sido mudadas para quase duas semanas depois.
Sneddon também foi pego tentando implantar impressões digitais contra Jackson, deixando Gavin Arvizo manusear revistas pornográficas durante as audições do grande júri, depois as colocando novamente nos sacos de provas e enviando para análise.
A mídia não só negligenciou esse comportamento questionável e ilegal por parte da promotoria, como pareceu mais do que feliz em perpetuar a propaganda danosa em nome do promotor, apesar da total falta de provas corroborativas. Por exemplo, Diane Dimond apareceu no Larry King Live dias após a prisão de Jackson e falou repetidamente sobre uma “pilha de cartas de amor” que o astro teria supostamente escrito a Gavin Arvizo.

“E alguém aqui... sabe da existência dessas cartas?”, perguntou King.

“Claro”, disse Dimond, “Eu sei. Tenho pleno conhecimento da existência dessas cartas!”

“Diane, você as leu?”

“Não, eu não as li”.

Dimond admitiu que nunca havia visto as cartas, quanto mais tê-las lido, mas disse que sabia da existência delas através de “testemunhas muito confiáveis”. Mas essas cartas nunca se materializaram. Quando Dimond disse que tinha “pleno conhecimento” da existência das cartas, estava se baseando exclusivamente nas palavras de fontes da polícia. Na melhor das hipóteses, essas fontes estavam repetindo alegações dos Arvizos por boa vontade. Na pior das hipóteses, eles mesmos inventaram a história  apenas para sujar o nome de Jackson. De qualquer forma, a história foi espalhada pelo mundo todo sem uma folha de prova que a confirmasse.
Se passou mais de um ano entre a prisão de Jackson e o início do seu julgamento e a mídia foi forçada a enfeitar a história o máximo que pôde durante este intervalo. Sabendo que Jackson estava silenciado por ordem judicial, e não poderia responder, os simpatizantes da promotoria começaram a vazar documentos, como o testemunho de Jordan Chandler, de 1993. A mídia, com fome de escândalo e sensacionalismo, se banqueteou.
Ao mesmo tempo, alegações vendidas a shows de TV tabloidianos por ex-empregados descontentes, em 1990, foram constantemente confundidas e apresentadas como novas. Pequenos detalhes das alegações da família Arvizo também vazavam periodicamente.
Enquanto a maioria dos meios de comunicação divulgavam histórias como alegações ao invés de fatos, a quantidade e a frequência de histórias relacionando Jackson a abuso sexual, junto com sua incapacidade judicial de refutá-las, tiveram um efeito devastador na sua imagem pública.
O julgamento começou no início de 2005 com a seleção do júri. Quando Dimond foi questionada sobre as táticas de seleção dos jurados por parte da promotoria e da defesa, respondeu que a diferença era que a promotoria estava procurando jurados com um senso de “bem” versus “mal” e de “certo” versus “errado”.
Logo os jurados haviam sido escolhidos, a Newsweek já estava tentando menosprezá-los, alegando que uma classe de jurados de classe média não poderia julgar de forma justa uma família de classe baixa. Em um artigo chamado “Jogando com as Classes”, a revista disse:

“O julgamento de Jackson pode se desdobrar em algo mais além da classe. E nós estamos falando de provas”.

Assim que o julgamento começou, ficou imediatamente claro que o caso estava cheio de furos. As únicas “provas” da promotoria, uma pilha de material pornográfico heterossexual e alguns livros de arte. Thomas Mesereau escreveu:

“O esforço em culpar o Sr. Jackson de ter uma das maiores bibliotecas privadas do mundo é alarmante. Desde 75 anos atrás não se tem testemunhado uma promotoria que alegasse que a posse de livros por artistas conhecidos fosse prova de crimes contra o Estado!”.

O irmão de Gavin Arvizo, Star, prestou testemunho no início do julgamento e disse que viu dois atos específicos de abuso, mas seu testemunho foi totalmente inconsistente. Sobre um ato específico, ele disse, no tribunal, que Jackson estava acariciando Gavin, mas em uma descrição anterior do mesmo incidente, ele contou uma história totalmente diferente, alegando que Jackson estava “esfregando o pênis nas nádegas de Gavin”. Ele também contou histórias diferentes sobre o outro referido ato em dois dias consecutivos de julgamento.
Durante o interrogatório, o advogado de Jackson, Thomas Mesereau mostrou uma cópia da revista pornográfica Barely Legal, e perguntou repetidas vezes se aquela era a revista específica que Jackson havia mostrado a ele e seu irmão. O menino insistiu que sim, era essa. Mesereau, então, revelou ao júri que a revista havia sido publicada em 2003, ou seja, 5 meses após a família Arvizo haver deixado Neverland.
Mas essa informação quase não foi divulgada, a mídia estava focada nas acusações do garoto ao invés do interrogatório que as desmentia. Alegações criam boas manchetes, interrogatórios complexos, não.
Quando Gavin Arviso foi testemunhar, alegou que Jackson havia instigado o primeiro ato de abuso dizendo a ele que meninos tinham que se masturbar ou virariam estupradores. Mas Mesereau o interrogou e mostrou que o menino havia admitido que quem disse isso foi sua avó e não Jackson, o que significava que toda a história do abuso estava baseada em uma mentira.
Sob interrogatório, o garoto menosprezou severamente a teoria de conspiração da promotoria dizendo que nunca sentiu medo em Neverland e que ele não queria ter ido embora. Sua versão do alegado abuso também foi diferente da de seu irmão.
Infelizmente para Jackson, o interrogatório de Gavin Arvizo foi totalmente ignorado enquanto os jornais soltavam risinhos e fofocavam a respeito do que ficou conhecido “o dia do pijama”.
No primeiro dia do interrogatório do garoto, Jackson escorregou no chuveiro, machucou um pulmão e foi levado às pressas ao hospital. Quando o Juiz Rodney Melville ameaçou emitir um mandado de prisão para Jackson se ele não aparecesse em uma hora, o cantor correu para o tribunal vestindo as calças do pijama que estava usando quando foi levado ao hospital.
As fotos de Jackson vestindo pijamas percorreram o mundo, na maioria sem menção ao machucado de Jackson ou à razão de ele os estar usando. Muitos jornalistas acusaram Jackson de fingir tudo apenas para ganhar simpatia, embora a reação da mídia tenha sido tudo menos simpática.
O incidente não impediu que a mídia distribuísse as alegações de Gavin pelo mundo no dia seguinte. Alguns meios de comunicação expuseram o testemunho do garoto como fato e não conjectura.

“Ele disse que se Garotos não fazem aquilo se transformam em estupradores – O Garoto do Câncer Gavin Conta no Tribunal como foi o Sexo com Jack” escreveu o The Mirror.

Mas o interrogatório do garoto era outra história. Quase não foi divulgado. Ao invés de histórias a respeito das mentiras de Gavin Arvizo e das alegações contraditórias dos dois irmãos, as páginas dos jornais estavam recheadas de reportagens a respeito dos pijamas de Jackson, apesar de o “dia do pijama” ter acontecido dias antes.
Milhares de palavras foram escritas questionando se Jackson estava ou não usando peruca. O The Sun escreveu um artigo atacando Jackson por causa dos acessórios que ele colocava nos ternos que usava a cada dia. Parecia que a imprensa queria escrever qualquer coisa para evitar ter que discutir o interrogatório do garoto, que menosprezou severamente o caso da promotoria.
Este hábito de relatar alegações lúgubres, mas ignorar os interrogatórios que as desacreditavam, se tornou uma constante durante o julgamento de Jackson. Em abril de 2005, em entrevista a Matt Drudge, o colunista Roger Freidman explicou:

“O que não foi divulgado é que o interrogatório destas testemunhas está sendo fatal para eles.”

Ele acrescentou que quando alguém dizia algo devasso ou dramático sobre Jackson, a mídia “saía correndo para fora do tribunal para divulgar” e acabava perdendo o interrogatório subsequente.

Drudge concordou e acrescentou:

“Você não ouvia como cada testemunha estava sendo massacrada no interrogatório. Não existe, até hoje, uma testemunha que não tenha admitido ter cometido perjúrio neste ou em qualquer outro caso”.

Este alarmante hábito da mídia de ignorar os interrogatórios ficou talvez mais aparente durante o testemunho de Kiki Fournier. Fournier, uma empregada de Neverland, testemunhou que, quando em Neverland, as crianças ficavam rebeldes e disse que havia visto crianças tão hiperativas que poderiam, facilmente, ter sido intoxicadas. A mídia correu para noticiar essa “bomba” e perdeu um dos pontos mais importantes de todo o julgamento.
Quando interrogada por Thomas Mesereau, Fournier disse que, durante as últimas semanas da estada da família Arvizo em Neverland – o período durante o qual o suposto abuso ocorreu – o quarto de hóspedes, aonde estavam os dois garotos, estava constantemente bagunçado, a levando a acreditar que eles estavam dormindo neste quarto o tempo inteiro – e não no quarto de Michael Jackson.
Ela também testemunhou que Star Arvizo, uma vez, apontou uma faca para ela na cozinha, explicando que ela sabia que não foi intencional, que achou que era uma brincadeira e que achava que ele estava “tentando estabelecer algum tipo de autoridade”.
O golpe fatal veio quando Fournier foi interrogada sobre a hilária teoria da conspiração da promotoria. Ela riu e disse que ninguém poderia ter sido mantido um prisioneiro em Neverland, dizendo ao júri que não existem cercas altas ao redor da propriedade e que a família poderia facilmente ter saído caminhando de lá a qualquer momento.
Quando Janet Arvizo, mãe de Gavin e Star, foi testemunhar, Tom Sneddon foi visto com a cabeça entre as mãos em sinal de desespero. Ela alegou que a fita de vídeo com ela e as crianças louvando Jackson havia sido ensaiada palavra por palavra por um alemão que mal falava Inglês. Na fita ela aparece falando bem de Jackson e depois parece ficar com vergonha e pergunta se estava sendo filmada. Ela disse que isso também foi ensaiado.
Ela disse que ficou refém em Neverland apesar de o registro de visitantes e recibos comprovarem que ela deixou o rancho e retornou em três ocasiões diferentes enquanto se encontrava em “cativeiro”. Ficou aparente que ela estava sob investigação por fraude e que também estava falsamente recebendo dinheiro às custas da doença do filho, recebendo benefícios para pagar pelo seu tratamento do câncer mesmo tendo seguro.
Até os mais fervorosos simpatizantes da promotoria tiveram que admitir que Janet Arvizo foi uma testemunha desastrosa para o Estado. Exceto Diane Dimond que, em março de 2005, pareceu usar a fraude de Janet Arvizo (que foi condenada durante o julgamento de Jackson) como prova da culpa de Jackson, assinando um artigo do New York Post com o título “Pedófilos não Desejam os Filhos de Ozzie ou Harriet”.
Ao ver o caso desmoronar perante seus olhos, a promotoria pediu permissão ao juiz para inserir provas de “atos de má-fé prévios”. A permissão foi concedida. A promotoria disse ao júri que eles iam ouvir testemunhos de outras 5 vítimas antigas. Mas estes outros casos acabaram se tornando ainda mais risíveis do que as alegações dos Arvizo.
Começou um novo desfile de seguranças desgostosos e empregadas domésticas no banco de testemunhas alegando que haviam visto abuso de outros 3 garotos: Wade Robson, Brett Barnes e Macauley Culkin. Mas estes 3 garotos foram as 3 primeiras testemunhas da defesa, cada um testemunhando que Jackson nunca havia os tocado e dizendo que estavam ressentidos com a insinuação.
Além disso, foi revelado que cada um dos empregados foram despedidos por Jackson, por roubo na sua propriedade ou haviam perdido algum processo trabalhista e estavam devendo a Jackson grandes quantias em dinheiro. Eles também se negaram a dizer à polícia quando que haviam supostamente testemunhado os abusos, mesmo quando questionados a respeito das acusações de Jordan Chandler de 1993, mas que subsequentemente haviam tentado vender as histórias à imprensa – algumas vezes, com sucesso. Quanto mais dinheiro estava em jogo, mais libertinas eram as acusações.
Roger Friedman reclamou em uma entrevista a Matt Drudge, dizendo que a mídia estava ignorando os interrogatórios das testemunhas dos casos anteriores, resultando em relatórios distorcidos. Ele disse:

“No início da quinta-feira, a primeira hora foi com esse cara, Ralph Chacon, que trabalhou no rancho como segurança. Ele contou as histórias mais absurdas. Era tudo tão explícito. E, é claro, todos correram para fora para noticiar. Mas 10 minutos antes do intervalo, quando Mesereau o interrogou, ele acabou com o cara.”

A quarta “vítima”, Jason Francia, testemunhou e disse que, quando era criança, Jackson o molestou em 3 ocasiões diferentes. Quando pressionado a respeito de detalhes a respeito do “abuso”, ele disse que Jackson fez cócegas nele, por fora das roupas, três vezes e que ele precisou de anos de terapia para se recuperar. O júri revirou os olhos, mas repórteres, incluindo Dan Abrams, alardearam ele como convincente e previram que seria esta a testemunha que colocaria Jackson na cadeia.
A mídia declarou repetidamente que as alegações de Francia foram feitas em 1990, fazendo com que o público acreditasse que as alegações de Jordan Chandler haviam ocorrido nessa época. Na atualidade, Jason Francia disse que o abuso ocorreu em 1990, mas que ele não disse nada até a mídia divulgar as acusações de Chandler. Nesse momento, sua mãe, empregada de Neverland, Blanca Francia, conseguiu 200 mil dólares do programa Hard Copy por uma entrevista a Diane Dimond e mais 2,4 milhões de dólares por um acordo com Jackson.
Transcrições da polícia mostraram que Francia mudou repetidamente sua história e que originalmente havia insistido que nunca havia sido molestado. Transcrições também mostraram que ele só havia dito que foi molestado após a polícia insistentemente perguntar durante interrogatórios. Policiais frequentemente se referiram a Jackson como “molestador”. Em uma ocasião, eles disseram ao garoto que Jackson estava molestando Macauley Culkin naquele momento, dizendo que a única forma que eles tinham de resgatar Culkin era se Francia dissesse que havia sido molestado pelo astro. As transcrições também mostraram que Francia havia previamente dito para a polícia:

“Eles me fizeram inventar um monte de coisa. Eles ficavam insistindo. Eu queria dar um tapa na cabeça deles.”

A quinta “vítima” era Jordan Chandler, que fugiu do país para não testemunhar contra seu antigo amigo. Thomas Mesereau disse, em um discurso em Harvard ano passado:

“A promotoria tentou fazer com que ele aparecesse, mas ele não o fez. Se ele tivesse aparecido, eu tinha testemunhas que afirmavam que ele havia lhes dito que nada havia acontecido e que ele nunca mais falou com os pais de novo pelo que eles o forçaram a dizer. Ele chegou a ir a um tribunal e conseguiu emancipação legal dos pais.”

June Chandler, mãe de Jordan, testemunhou que não falava com o filho há 11 anos. Quando questionada sobre as acusações de 1993, ela pareceu sofrer de uma severa perda de memória seletiva. Em um momento ela disse que não se lembrava de ter sido processada por Michael Jackson e em outro momento, disse que não soube mais nada do seu advogado. Ela também disse que não testemunhou nenhum abuso.
Quando a promotoria encerrou, a mídia perdeu o interesse no julgamento. A defesa recebeu comparativamente menos espaço nos jornais e nas transmissões. O Hollywood Reporter, que estava reportando todo o julgamento, perdeu duas semanas inteiras do caso da defesa; A atitude parecia ser que, se o testemunho não contivesse relatos pesados e devassos – ou seja, se não gerasse uma boa manchete – não valia a pena noticiar.
A defesa chamou inúmeras testemunhas fantásticas:
- garotos e garotas que haviam ficado com Jackson algum tempo e que também não haviam testemunhado nenhum comportamento inapropriado;
- empregados que haviam testemunhado os irmãos Arvizo se servindo de bebidas alcoólicas quando Jackson estava ausente e celebridades que também foram alvo de tentativa de extorsão pelo acusador.
Mas poucos destes testemunhos foram repassados ao público. Quando o DA Tom Sneddon chamou o ator cômico e negro, Chris Tucker, de “menino” durante seu interrogatório, a mídia não deu um pio.
Quando ambos os lados haviam encerrado, foi dito ao júri que se estivessem com qualquer dúvida razoável, eles teriam que absolver. Qualquer um que estivesse prestando atenção aos procedimentos poderia ver que as dúvidas já estavam muito além do razoável! Quase toda testemunha da promotoria havia ou cometido perjúrio ou ajudado a defesa. Não havia uma partícula de prova que ligasse Jackson a qualquer um dos crimes e também não havia nenhuma testemunha confiável que o ligasse aos crimes.
Mas isso não impediu os jornalistas e especialistas, liderados por Nancy Grace, da CNN, de preverem vereditos de culpado. O advogado de defesa, Robert Shapiro, que havia representado a família Chandler, afirmou com certeza a CNN:

“Ele vai ser condenado”.

Wendy Murphy, ex-promotor, disse a Fox News:

“Não há dúvida de que veremos uma condenação hoje.”

A histeria dos fãs fora do tribunal podia ser comparada a dos repórteres que estavam dentro do tribunal, que estavam tão excitados que o Juiz Rodney Melville teve que mandá-lo se conter. Thomas Mesereau comentou depois que a imprensa estava “quase salivando diante da possibilidade que o (Jackson) ver sendo levado para a cadeia”.

"Quando o júri entregou 14 vereditos de 'inocente', a mídia foi 'humilhada', disse Mesereau em uma entrevista subsequente.
O analista de mídia Tim Rutten comentou:

“Então, o que aconteceu quando Jackson foi inocentado que todas as acusações? Rostos vermelhos? Dúvidas? Um pouco de auto-análise, talvez? Talvez alguma expressão de arrependimento pelo julgamento prematuro? Nãããããããooooo. A reação foi raiva misturada com desprezo e uma expressão de confusão. O alvo agora eram os jurados. O inferno não conhece a fúria de um âncora de TV a cabo desprezado”.

Em uma conferência pós-veredito, Sneddon continuou a se referir a Gavin Arvizo como “vítima” e disse suspeitar que o “fator celebridade” havia nublado o julgamento dos jurados – uma frase que muitos especialistas da mídia acharam apropriada quando sentaram para menosprezar os jurados e seus vereditos.
Minutos após o veredito ser anunciado, Nancy Grace apareceu na TV para articular que os jurados haviam sido seduzidos pela fama de Jackson e afirmou, bizarramente, que o único elo fraco da promotoria havia sido Janet Arvizo.

“Eu vou comer um sanduíche de corvo agora”, ela disse.

“Não tem um gosto muito bom. Mas quer saber? Também não estou surpresa. Eu achava que a celebridade era um grande fator. Quando você acha que conhece alguém, quando você assistiu aos seus shows, ouviu seus discos, ouviu as letras, achando que elas estavam vindo do coração de alguém... Jackson é muito carismático, apesar de não ter testemunhado. Isso afeta o júri.”

“Eu não vou atirar pedras na mãe (Janet Arvizo), apesar de achar que ela foi o elo fraco no caso do Estado, mas a realidade é que não estou surpresa. Eu achei que o júri votaria a favor e testemunhas similares. Aparentemente a defesa os confundiu com o interrogatório da mãe. Acho que no fundo foi isso, claro e simples.”

Grace falou mais tarde que Jackson “não era culpado devido ao fator celebridade” e foi vista tentando fazer com que  o presidente dos jurados Paul Rodriguez dissesse que acreditava que Jackson fosse culpado. Um dos convidados de Grace, a psicanalista Bethany Marshall, nivelou os ataques a uma jurada dizendo “Essa mulher não tem vida”.

Na Fox News, Wendy Murphy apelidou Jackson de “abusador Teflon” e disse que os jurados precisavam de testes de QI. Depois comentou:

“Eu realmente acho que foi o fator celebridade, não as provas. Acho que nem os jurados entendem o quanto foram influenciados por quem Michael Jackson é... Eles basicamente colocaram alvos nas costas de todas, especialmente as mais vulneráveis, crianças que ainda irão entrar na vida de Michael Jackson.”

O analista legal Jeffrey Tobbin disse a CNN que achou que os testemunhos das vítimas dos “crimes anteriores” eram “provas conclusivas”, apesar de vários dos garotos haverem testemunhado em defesa e negaram terem sido molestados. Ele também disse que a defesa ganhou porque eles “conseguiram contar uma história, e nós sabemos que o júri entende uma história melhor do que fatos individuais.”
Apenas Robert Shapiro teve a dignidade de encarar o veredito, dizendo ao público que eles deveriam aceitar a decisão do júri porque estes eram de uma “parte muito conservadora da Califórnia e se eles não tinham dúvidas, então nós também não deveríamos ter”.
No dia seguinte, no Good Morning America, Diane Sawyer manteve a ideia de que o veredito havia sido influenciado pelo status de celebridade de Jackson.

“Vocês têm certeza?” ela invocou.
“Vocês têm certeza de que este  homem mundialmente famoso entrando na sala não influenciou em nada?”

The Washington Post comentou:

“Um veredito de inocente não limpa o nome dele, só suja a água”.

Ambos New York Post e New York Daily News copiaram suas manchetes:

“Boy, Oh Boy!”

Em seu último artigo sobre o julgamento, no New York Post, Diane Dimond lamentou o veredito de inocente dizendo que isso deixou Michael Jackson intocável. Ela escreveu:

“Ele saiu do tribunal como um homem livre, inocente de todas as alegações. Mas Michael Jackson é muito mais do que um homem livre. Ele tem agora carta branca para viver sua vida da forma como quiser, com quem ele quiser, por que quem tentaria processar Michael Jackson agora?”

O jornal Britain's Sun, a fofoqueira das celebridades Jane Moore escreveu um artigo com o título:

“Se o júri concordou que Janet Arvizo é uma péssima mãe (e ela É)... Como podem ter deixado Jackson livre?”

Começou assim:

“Michael Jackson é inocente. A justiça foi feita. Ou isso é o que os lunáticos que se juntaram do lado de fora do tribunal querem que acreditemos.”

Ela seguiu questionando a capacidade mental dos jurados e repudiou o sistema judicial americano como imaturo:

“Nada nem ninguém realmente sai vencedor que uma bagunça dessas”, e terminou “muito menos o que eles, risivelmente, chamam de justiça americana”.

Ally Ross do Sun desrespeitou os fãs de Jackson os pintando como “palhaços tristes e solitários”. Outro artigo do Sun, escrito pela apresentadora de TV Lorraine Kelly, entitulado “Não Esqueçam que as Crianças ainda Correm Risco... Jacko está Solto”, rotulou Jackson como um homem culpado.
Kelly – que nunca foi ao julgamento de Jackson – lamentou o fato de Jackson “ter se safado”, reclamando que “ao invés de apodrecer na cadeia, Jackson agora está de novo em Neverland”. “Jackson”, ela concluiu, “é um perdedor doente e triste que usa sua fama e dinheiro para deslumbrar os pais das crianças que ele quer.”
Depois do ataque inicial, a história de Michael Jackson saiu das manchetes. Houve pouca análise dos vereditos de inocente e como eles haviam sido decididos.
Uma absolvição foi considerada menos lucrativa do que uma condenação.
Realmente, Mesereau disse nos últimos anos que, se Jackson tivesse sido condenado, isso teria gerado uma fábrica de histórias para a mídia durante anos:
- Verdadeiras sagas seriam criadas em torno da custódia das crianças;
- controle sobre o seu império;
- outras “vítimas” iriam prestar queixas e uma longa estrada de processos e apelações geraria milhares de histórias durante meses, anos, talvez décadas.
- a prisão de Jackson geraria um suprimento inesgotável de manchetes:
“Quem o está visitando?
"Quem não está?"
"Ele está na solitária?"
"Se não está, quem são seus companheiros de cela?"
"Será que ele tem uma namorada por correspondência? "
"Podemos voar com um helicóptero sobre a prisão e filmá-lo se exercitando?”

As possibilidades eram infinitas. Uma verdadeira guerra sobre quem conseguiria as primeiras imagens de Jackson na sua cela havia começado muito antes de o júri se preparar a deliberar.
Uma absolvição não era tão lucrativa. Em uma entrevista a Newsweek, o chefe da CNN Jonathan Klein disse que enquanto assistia aos vereditos de inocente, falou aos seus assistentes:

“A história agora não é mais tão interessante”.

A história havia acabado. Não se desculparam, nem se retrataram. Ninguém foi responsabilizado pelo que foi feito a Michael Jackson. A mídia estava contente em deixar as pessoas continuarem acreditando na sua distorcida e fictícia versão do julgamento. E era isso!
Quando Michael Jackson morreu a mídia entrou em êxtase novamente:

"Que drogas o mataram?"
"Há quanto tempo ele as estava tomando?"
"Quem as prescreveu?"
"O que mais havia no seu organismo?"
"Quanto ele estava pesando?"

Mas uma pergunta ninguém fez:
"Por que?"
"Por que Michael Jackson estava tão estressado que não conseguia nem ter uma noite de sono decente a menos que alguém injetasse um anestésico no seu braço? "

Eu acho que a resposta está nas diversas pesquisas feitas durante o julgamento de Jackson.
Uma pesquisa da Gallup realizada horas após o veredito mostrou que:
- 54% dos americanos brancos e 48% da população em geral discordava da absolvição do júri;
- 62% das pessoas achavam que o “fator celebridade” havia influenciado nos vereditos;
- 34% disse que estava “triste” com o veredito e 24% disse que se sentia ultrajado.

A pesquisa da Fox News revelou que:
- 37% dos votantes dizendo que o veredito estava errado;
- mais 25% dizia que “a celebridade compra a justiça”.

Uma pesquisa da People Weekly revelou que:
- 88% (!!!!) dos leitores discordava da decisão do júri.

Após lutar em um terrível e exaustivo julgamento, crivado de acusações inescrupulosas e com o caráter questionado, Michael Jackson deveria ter se sentido vingado quando o júri despejou 14 unânimes vereditos de “inocente”. Mas a cobertura irresponsável da mídia tornou impossível para Jackson se sentir realmente vingado. O sistema judicial o declarou inocente, mas o público, como um todo, ainda pensava o contrário. Alegações que foram desmentidas no tribunal, permaneceram inquestionáveis na imprensa. Testemunhos duvidosos foram apresentados com fatos. O caso da defesa foi simplesmente ignorado.
Quando questionado sobre aqueles que duvidavam, o júri respondeu:

“Eles não viram o que nós vimos”.

Eles estão certos. Nós não vimos. Mas nós deveríamos ter visto. E aqueles que se recusaram a nos dizer continuam com seus empregos sem punição e livres para fazer exatamente a mesma coisa com qualquer outra pessoa.
Isso é o que eu chamo de injustiça!

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 COMENTÁRIO

Esse texto, que pode ser considerado como PERFEITO, trouxe um esboço do que aconteceu com Michael Jackson porque o que fizeram a ele foi muito além do que está relatado aí em cima.

CONSPIRAÇÃO
LINCHAMENTO
HUMILHAÇÃO
CRUELDADE
 MONSTRUOSIDADE

Chamar Michael de ex-negro não foi o ápice do desrespeito.
O ABUSO MIDIÁTICO, onde TUDO é permitido quando o nome é Michael Jackson continuou a todo vapor.
Além do segundo documentário de Martin Bashir, ainda mais agressivo a Michael e que foi ao ar em fevereiro de 2005, há um fato GRAVÍSSIMO que ocorreu após o julgamento, foi ESCONDIDO do público pela mídia, mas chegou ao conhecimento de Michael.
O fato deveria ter sido denunciado, mas como a autoria partiu de um jornalista, trataram de jogar debaixo do tapete.

Creditos:
http://www.huffingtonpost.com/charles-thomson/one-of-the-most-shameful_b_610258.html


http://michaeljacksoneinocente.blogspot.com.br/2011/06/texto-de-charles-thomson-um-dos.html
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TEXTO ORIGINAL

http://www.huffingtonpost.com/charles-thomson/one-of-the-most-shameful_b_610258.html

It was five years ago today that twelve jurors unanimously acquitted Michael Jackson on various charges of child molestation, conspiracy and providing alcohol to a minor. It is difficult to know how history will remember the Michael Jackson trial. Perhaps as the epitome of western celebrity obsession. Perhaps as a 21st century lynching. Personally, I think it will be remembered as one of the most shameful episodes in journalistic history.
It's not until you find yourself digging through newspaper archives and re-watching hours of TV coverage that you truly understand the magnitude of the media's failings. It was industry-wide. No doubt, there were certain reporters and even certain publications and TV stations that overtly favored the prosecution, but many of the media's shortcomings were institutional. In a media obsessed with soundbites, how to you reduce eight hours of testimony into two sentences and remain accurate? In an era of rolling news and instant blogging, how do you resist the temptation to dash out of the courtroom at the earliest opportunity to break news of the latest salacious allegations, even if it means missing a slice of the day's testimony?
Looking back on the Michael Jackson trial, I see a media out of control. The sheer amount of propaganda, bias, distortion and misinformation is almost beyond comprehension. Reading the court transcripts and comparing them to the newspaper cuttings, the trial that was relayed to us didn't even resemble the trial that was going on inside the courtroom. The transcripts show an endless parade of seedy prosecution witnesses perjuring themselves on an almost hourly basis and crumbling under cross examination. The newspaper cuttings and the TV news clips detail day after day of heinous accusations and lurid innuendo.
It was November 18th 2003 when 70 sheriffs swooped on Michael Jackson's Neverland Ranch. As soon as news of the raid broke, news channels abandoned their schedules and switched to 24 hour coverage. When it emerged that Jackson was accused of molesting young cancer survivor Gavin Arvizo, the boy who famously held the singer's hand in Martin Bashir's 'Living With Michael Jackson', the media went into overdrive. Networks were so obsessed by the Jackson scandal that a terrorist attack in Turkey went almost entirely unreported, with only CNN bothering to broadcast George Bush and Tony Blair's joint press conference about the disaster.
All three major networks immediately set about producing hour-long specials on the Jackson case, apparently undeterred by the fact that nothing was yet known about the allegations and prosecutors weren't answering questions. CBS dedicated an episode of 48 Hours Investigates to the arrest, while NBC's Dateline and ABC's 20/20 also rushed out Jackson specials. Within two days of the Neverland raid, and before Jackson had even been arrested, VH1 announced a half-hour documentary called 'Michael Jackson Sex Scandal'.
Daily Variety described the Jackson story as "a godsend for... media outlets, particularly cable news channels and local stations looking to pump up Nielsen numbers in the final week of the all-important November sweeps."
Daily Variety was right. Celebrity-oriented news shows saw figures spike when the Jackson story hit. Viewing figures for Access Hollywood were up 10% on the previous week. Entertainment Tonight and Extra both achieved season best audience numbers and Celebrity Justice also enjoyed an 8% rise.
Newspapers reacted just as hysterically as TV stations. 'Sicko!' shrieked the New York Daily News. 'Jacko: Now Get Out Of This One' goaded the New York Post.
The Sun - Britain's biggest newspaper - ran an article titled 'He's Bad, He's Dangerous, He's History'. The piece branded Jackson an 'ex-black ex-superstar', a 'freak' and a 'twisted individual' and called for his children to be taken into care. "If he weren't a pop idol with piles of cash to hide behind," it said, "he would have been picked up years ago."
Encouraged by the audience boosts the Jackson scandal had produced, media outlets made it their mission to milk the case for all that they could. Entertainment Weekly's Tom Sinclair wrote, "Media mavens, from the tackiest tabloid reporter to the nattiest network news anchor, are in overdrive scrambling to fill column inches and airtime with Jacko scoops and talking heads."
"Pressure on news people is enormous," attorney Harland Braun told Sinclair. "So lawyers you've never heard of wind up on television talking about cases that they have no connection to."
Sinclair added, "And not just lawyers. Everyone from doctors, writers, and psychiatrists to convenience-store clerks who once waited on Jackson are weighing in on TV and in print."
While the media was busy badgering a host of quacks and distant acquaintances for their views on the scandal, the team of prosecutors behind the latest Jackson case was engaging in some highly questionable behavior - but the media didn't seem to care.
During the Neverland raid District Attorney Tom Sneddon - the prosecutor who unsuccessfully pursued Jackson in 1993 - and his officers breached the terms of their own search warrant by entering Jackson's office and seizing hoards of irrelevant business papers. They also illegally raided the office of a PI working for Jackson's defense team and lifted defense documents from the home of the singer's personal assistant.
Sneddon also appeared to be tampering with fundamental elements of his case whenever evidence came to light which undermined the Arvizo family's claims. For instance, when the DA found out about two taped interviews in which the entire Arvizo family sang Jackson's praises and denied any abuse, he introduced a conspiracy charge and claimed they'd been forced to lie against their will.
In a similar instance, Jackson's lawyer Mark Geragos appeared on NBC in January 2004 and announced that the singer had a 'concrete, iron-clad alibi' for the dates on the charge sheet. By the time Jackson was re-arraigned in April for the conspiracy charge, the molestation dates on the rap sheet had been shifted by almost two weeks.
Sneddon was later caught seemingly trying to plant fingerprint evidence against Jackson, allowing accuser Gavin Arvizo to handle adult magazines during the grand jury hearings, then bagging them up and sending them away for fingerprint analysis.
Not only did the majority of the media overlook this flurry of questionable and occasionally illegal activity on the part of the prosecution, it also seemed perfectly content to perpetuate damning propaganda on the prosecution's behalf, despite a complete lack of corroborative evidence. For example, Diane Dimond appeared on Larry King Live days after Jackson's arrest and spoke repeatedly about a 'stack of love letters' the star had supposedly written to Gavin Arvizo.
"Does anyone here... know of the existence of these letters?" asked King.
"Absolutely," Dimond replied. "I do. I absolutely know of their existence!"
"Diane, have you read them?"
"No, I have not read them."
Dimond admitted that she'd never even seen the letters, let alone read them, but said she knew about them from "high law enforcement sources". But those love letters never materialized. When Dimond said she 'absolutely knew' of their existence she was basing her comments solely on the words of police sources. At best, the police sources were parroting the Arvizos' allegations in good faith. At worst, they'd concocted the story themselves to sully Jackson's name. Either way, the story went around the world with not a shred of evidence to support it.
It was over a year between Jackson's arrest and the beginning of his trial and the media was forced to try to pad the story out for as long as they could in the interim. Aware that Jackson was bound by gag order and therefore powerless to respond, prosecution sympathizers started leaking documents such as Jordan Chandler's 1993 police statement. The media, hungry for scandal and sensationalism, pounced on them.
At the same time, allegations sold to tabloid TV shows by disgruntled ex-employees in the 1990s were constantly re-hashed and presented as news. Small details of the Arvizo family's allegations would also periodically leak.
While most media outlets reported these stories as allegations rather than facts, the sheer amount and frequency of stories connecting Jackson to ugly sexual abuse, coupled with his inability to refute them, had a devastating effect on the star's public image.
The trial began in early 2005 with jury selection. Asked by NBC about prosecution and defense jury selection tactics, Dimond said the difference was that prosecutors would be looking for jurors who had a sense of 'good versus evil' and 'right and wrong'.
No sooner had the jurors been selected than Newsweek was trying to undermine them, claiming that a middle class jury would be unable to fairly judge a family of lower class accusers. In an article titled 'Playing the Class Card' the magazine said, "The Jackson trial may hinge on something other than race. And we don't mean the evidence."
As the trial kicked into gear, it became quickly apparent that the case was full of holes. The prosecution's only 'evidence' was a stack of heterosexual porn magazines and a couple of legal art books. Thomas Mesereau wrote in a court motion, "The effort to try Mr. Jackson for having one of the largest private libraries in the world is alarming. Not since the dark day of almost three quarters of a century ago has anyone witnessed a prosecution which claimed that the possession of books by well known artists were evidence of a crime against the state."
Gavin Arvizo's brother, Star, took the stand early in the trial and claimed to have witnessed two specific acts of molestation but his testimony was completely inconsistent. Regarding one alleged act, he claimed in court that Jackson had been fondling Gavin, but in a previous description of the same incident he told a wildly different story, claiming Jackson had been rubbing his penis against Gavin's buttocks. He also told two different stories about the other alleged act on two consecutive days in court.
During cross examination Jackson's lawyer, Thomas Mesereau, showed the boy a copy of Barely Legal and repeatedly asked if it was the specific edition Jackson had shown him and his brother. The boy insisted that it was, only for Mesereau to reveal that it was published in August 2003; five months after the Arvizo family had left Neverland.
But this information went almost entirely unreported, the media focusing on the boy's allegations rather than the cross examination which undermined them. Allegations make good soundbites. Complex cross examination does not.
When Gavin Arvizo took the stand, he claimed that Jackson had instigated the first act of molestation by telling him that all boys had to masturbate or else they would turn into rapists. But Mesereau showed under cross examination that the boy had previously admitted his grandmother made that comment, not Jackson, meaning that the whole molestation story was predicated on a lie.
Under cross examination the boy severely undermined the prosecution's conspiracy charge by claiming he'd never felt afraid at Neverland and he'd never wanted to leave. His accounts of the alleged molestation also differed from his brother's.
Unfortunately for Jackson, Gavin Arvizo's cross examination was all but ignored as newspapers giggled and gossiped about what became known as 'pajama day'. On the first day of the boy's direct examination Jackson slipped in his shower, bruised his lung and was rushed to hospital. When Judge Rodney Melville ordered a bench warrant for Jackson's arrest unless he arrived within an hour, the singer sped to the courthouse in the pajama trousers he'd been wearing when he was rushed to hospital.
The photographs of Jackson in his pajamas went all over the word, often with no mention of Jackson's injury or the reason he was wearing them. Many journalists accused Jackson of faking the entire event in order to gain sympathy, although sympathetic is the last word you'd use to describe the media's reaction.
The incident didn't stop the media from sending Gavin Arvizo's lurid allegations around the world the following day. Some outlets even ran the boy's testimony as fact rather than conjecture. "He Said If Boys Don't Do It They Might Turn Into Rapists - Cancer Boy Gavin Tells Court of Jacko Sex," wrote The Mirror.
But the boy's cross examination was another story. It went almost completely unreported. Instead of stories about Gavin Arvizo's lies and the two brothers' contradictory allegations, newspaper pages were filled with snarky opinion pieces about Jackson's pajamas, even though 'pajama day' had been days previously. Thousands of words were dedicated to whether or not Jackson wore a wig and the Sun even ran an article attacking Jackson for the accessories he pinned to his waistcoats every day. It seemed like the press would write anything to avoid discussing the boy's cross examination, which severely undermined the prosecution's case.
This habit of reporting lurid allegations but ignoring the cross examination which discredited them became a distinct trend throughout Jackson's trial. In an April 2005 interview with Matt Drudge, Fox columnist Roger Friedman explained, "What's not reported is that the cross examination of these witnesses is usually fatal to them." He added that whenever anybody said anything salacious or dramatic about Jackson, the media 'went running outside to report on it' and missed the subsequent cross examination.
Drudge agreed, adding, "You're not hearing how witness after witness is disintegrating on the stand. There is not one witness, at least lately, that hasn't admitted to perjuring themselves in previous proceedings either in this case or in some other case."
This alarming trend of ignoring cross examination was perhaps most apparent in the media's coverage of Kiki Fournier's testimony. Under direct examination by the prosecution, Fournier - a Neverland housekeeper - testified that when at Neverland children often became unruly and she had sometimes seen children so hyperactive that they could, feasibly, have been intoxicated. The media scurried outside to report this apparent bombshell and missed one of the most significant pieces of testimony in the entire trial.
Under cross examination by Thomas Mesereau, Fournier said that during the Arvizo family's final weeks at Neverland - the period during which the molestation supposedly happened - the two boys' guest room had been constantly messy, leading her to believe they'd been sleeping in their own quarters all along - not Michael Jackson's bedroom.
She also testified that Star Arvizo had once pulled a knife on her in the kitchen, explaining that she did not feel it had been intended as a joke and that she thought he'd been 'trying to assert some sort of authority'.
In a devastating blow to the prosecution's increasingly hilarious conspiracy charge, Fournier laughed at the idea that anybody could be held prisoner at Neverland Ranch, telling the jurors that there was no high fence around the property and the family could have walked out at any time 'with ease'.
When Gavin and Star's mother Janet Arvizo took the stand Tom Sneddon was seen with his head in his hands. She claimed that a videotape of herself and her children praising Jackson had been scripted word for word by a German man who barely spoke English. In outtakes she was seen singing Jackson's praises then looking embarrassed and asking if she was being recorded. She said that had been scripted too.
She claimed she'd been held hostage at Neverland even though log books and receipts showed that she'd left the ranch and returned on three occasions during the period of 'captivity'. It became apparent that she was currently under investigation for welfare fraud and had also been falsely obtaining money on the back of her son's illness, holding benefits to pay for his cancer treatment when he was already covered by insurance.
Even the most ardent prosecution supporters had to admit that Janet Arvizo was a disastrous witness for the state. Except Diane Dimond, who in March 2005 seemed to use Janet Arvizo's welfare fraud (she was convicted in the wake of Jackson's trial) as roundabout proof of Jackson's guilt, signing off a New York Post article with the gob smacking line, "Pedophiles don't target kids with Ozzie and Harriet parents."
Watching their case crumble before their eyes, the prosecution applied to the judge for permission to admit evidence of 'prior bad acts'. Permission was granted. Prosecutors told the jury they would hear evidence of five former victims. But those five prior cases turned out to be even more laughable than the Arvizos' claims.
A parade of disgruntled security guards and housekeepers took the stand to testify that they had witnessed molestation, much of it carried out on three boys; Wade Robson, Brett Barnes and Macauley Culkin. But those three boys were the defense's first three witnesses, each of them testifying that Jackson had never touched them and they resented the implication.
Moreover, it was revealed that each of these former employees had been fired by Jackson for stealing from his property or had lost a wrongful termination suit and wound up owing Jackson huge amounts of money. They'd also neglected to tell the police when they supposedly witnessed this molestation, even when questioned in connection with Jordy Chandler's 1993 allegations, but subsequently tried to sell stories to the press - sometimes successfully. The more money on the table, the more salacious the allegations became.
Roger Friedman complained in an interview with Matt Drudge that the media was ignoring the cross examination of the 'prior bad acts' witnesses, resulting in skewed reporting. He said, "When Thursday started, that first hour was with this guy Ralph Chacon who had worked at the Ranch as a security guard. He told the most outrageous story. It was so graphic. And of course everybody went running outside to report on it. But there were ten minutes right before the first break on Thursday when Tom Mesereau got up and cross examined this guy and obliterated him."
The fourth 'victim', Jason Francia, took the stand and claimed that when he was a child, Jackson had molested him on three separate occasions. Pushed for details of the 'molestation', he said Jackson had tickled him three times outside his clothes and he'd needed years of therapy to get over it. The jury was seen rolling their eyes but reporters including Dan Abrams heralded him as 'compelling', predicting that he could be the witness who put Jackson behind bars.
The media repeatedly claimed that Francia's allegations had been made in 1990, leading audiences to believe that the Jordy Chandler allegations were predated. In actuality, although Jason Francia claimed that the acts of molestation occurred in 1990, he didn't report them until after the media storm over Chandler's claims, at which point his mother, Neverland maid Blanca Francia, promptly extracted $20,000 from Hard Copy for an interview with Diane Dimond and another $2.4million in a settlement from Jackson.
Moreover, transcripts from police interviews showed that the Francia had repeatedly changed his story and had originally insisted that he'd never been molested. Transcripts also showed that he only said he was molested after police officers repeatedly overstepped the mark during interviews. Officers repeatedly referred to Jackson as a 'molester'. On one occasion they told the boy that Jackson was molesting Macauley Culkin as they spoke, claiming that the only way they could rescue Culkin was if Francia told them he'd been sexually abused by the star. Transcripts also showed that Francia had previously said of the police, "They made me come up with stuff. They kept pushing. I wanted to hit them in the head."
The fifth 'victim' was Jordy Chandler, who fled the country rather than testify against his former friend. Thomas Mesereau said in a Harvard lecture later that year, "The prosecutors tried to get him to show up and he wouldn't. If he had, I had witnesses who were going to come in and say he told them it never happened and that he would never talk to his parents again for what they made him say. It turned out he'd gone into court and got legal emancipation from his parents."
June Chandler, Jordy's mother, testified that she hadn't spoken to her son in 11 years. Questioned about the 1993 case, she seemed to suffer from a severe case of selective memory. At one point she claimed she couldn't remember being sued by Michael Jackson and at another she said she'd never heard of her own attorney. She also never witnessed any molestation.
When the prosecution rested, the media seemed to lose interest in the trial. The defense case was given comparatively little newspaper space and air time. The Hollywood Reporter, which had been diligently reporting on the Jackson trial, missed out two whole weeks of the defense case. The attitude seemed to be that unless the testimony was graphic and salacious - unless it made a good soundbite - it wasn't worth reporting.
The defense called numerous fantastic witnesses; boys and girls who had stayed with Jackson time and again and never witnessed any inappropriate behavior, employees who had witnessed the Arvizo boys helping themselves to alcohol in Jackson's absence and celebrities who had also been targeted for handouts by the accuser. But little of this testimony was relayed to the public. When DA Tom Sneddon referred to black comic Chris Tucker as 'boy' during his cross examination, the media didn't bat an eyelid.
When both sides rested jurors were told that if they found reasonable doubt, they had to acquit. Anybody who had been paying attention to proceedings could see that the doubt was so far beyond reasonable it wasn't even funny. Almost every single prosecution witness either perjured themselves or wound up helping the defense. There wasn't a shred of evidence connecting Jackson to any crime and there wasn't a single credible witness connecting him to a crime either.
But that didn't stop journalists and pundits from predicting guilty verdicts, CNN's Nancy Grace leading the way. Defense attorney Robert Shapiro, who had once represented the Chandler family, stated with certainty on CNN, "He's going to be convicted." Ex-prosecutor Wendy Murphy told Fox News, "There is no question we will see convictions here."
The hysteria of the fans outside the courthouse was mirrored by that of the reporters who secured seats inside, who were so excitable that Judge Rodney Melville ordered them to 'restrain themselves'. Thomas Mesereau commented retrospectively that the media had been "almost salivating about having [Jackson] hauled off to jail."
When the jury delivered 14 'not guilty' verdicts, the media was 'humiliated', Mesereau said in a subsequent interview. Media analyst Tim Rutten later commented, "So what happened when Jackson was acquitted on all counts? Red faces? Second thoughts? A little soul-searching, perhaps? Maybe one expression of regret for the rush to judgment? Naaawww. The reaction, instead, was rage liberally laced with contempt and the odd puzzled expression. Its targets were the jurors... Hell hath no fury like a cable anchor held up for scorn."
In a post-verdict news conference Sneddon continued to refer to Gavin Arvizo as a 'victim' and said he suspected that the 'celebrity factor' had impeded the jury's judgment - a line many media pundits swiftly appropriated as they set about undermining the jurors and their verdicts.
Within minutes of the announcement, Nancy Grace appeared on CourtTV to allege that jurors had been seduced by Jackson's fame and bizarrely claim that the prosecution's only weak link had been Janet Arvizo.
"I'm having a crow sandwich right now," she said. "It doesn't taste very good. But you know what? I'm also not surprised. I thought that celebrity is such a big factor. When you think you know somebody, when you have watched their concerts, listened to their records, read the lyrics, believed they were coming from somebody's heart... Jackson is very charismatic, although he never took the stand. That has an effect on this jury.
"I'm not gonna throw a stone at the mom, although I think she was the weak link in the state's case, but the reality is I'm not surprised. I thought that the jury would vote in favor of the similar transaction witnesses. Apparently the defense overwhelmed them with the cross-examining of the mother. I think it boils down to that, plain and simple."
Grace later stated that Jackson was 'not guilty by reason of celebrity' and was seen attempting to hound jury foreman Paul Rodriguez into saying he believed Jackson had molested children. One of Grace's guests, psychoanalyst Bethany Marshall, leveled personal attacks towards one female juror, saying, "This is a woman who has no life."
Over on Fox News, Wendy Murphy branded Jackson 'the Teflon molester' and said that the jurors needed IQ tests. She later added, "I really think it's the celebrity factor, not the evidence. I don't think the jurors even understand how influenced they were by who Michael Jackson is... They basically put targets on the backs of all, especially highly vulnerable, kids that will now come into Michael Jackson's life."
Legal analyst Jeffrey Toobin told CNN that he thought the 'prior bad acts' testimony had been 'effective evidence', even though various boys at the heart of that testimony had taken the stand as defense witnesses and denied ever being molested. He also claimed that the defense had won because "they could tell a story, and juries, you know, always understand stories rather than sort of individual facts."
Only Robert Shapiro was dignified in the face of the verdicts, telling viewers that they should accept the jurors' decision because the jurors were from "a very conservative part of California and if they had no doubt, none of us should have any doubt."
The following day on Good Morning America, Diane Sawyer upheld the notion that the verdict had been influenced by Jackson's celebrity status. "Are you sure?" she pleaded. "Are you sure that this gigantically renowned guy walking into the room had no influence at all?"
The Washington Post commented, "An acquittal doesn't clear his name, it only muddies the water." Both the New York Post and the New York Daily News ran with the snide headline 'Boy, Oh, Boy!'
In her final New York Post article about the trial, Diane Dimond bemoaned the not guilty verdict, saying that it left Michael Jackson untouchable. She wrote, "He walked out of court a free man, not guilty on all counts. But Michael Jackson is so much more than free. He now has carte blanche to live his life any way he wants, with whomever he wants, because who would ever try to prosecute Michael Jackson now?"
In Britain's Sun newspaper, celebrity rent-a-gob and talking head extraordinaire Jane Moore penned an article titled 'If the jury agree Janet Arvizo is a bad mum (and she IS)... How did they let Jackson off?' It began: "Michael Jackson is innocent. Justice has been done. Or so the loony tunes gathered outside the courthouse would have us believe." She went on to question the jurors' mental capacity and dismiss the American legal system as 'half-baked'. "Nothing and no one truly emerges as a winner from this sorry mess," she finished, "least of all what they laughably call American 'justice'."
Sun contributor Ally Ross dismissed Jackson's fans as 'sad, solitary dick-wits'. Another Sun article, penned by daytime TV presenter Lorraine Kelly, titled 'Don't forget the kids still at risk... Jacko's own', overtly labeled Jackson a guilty man. Kelly - who never attended Jackson's trial - bemoaned the fact that Jackson 'got away with it', complaining that "instead of languishing in jail, Jackson is now back home in Neverland." Jackson, she concluded, was "a sad, sick loser who uses his fame and money to dazzle the parents of children he takes a shine to."
After the initial outrage, the Michael Jackson story slipped out of the headlines. There was little analysis of the not guilty verdicts and how they were reached. An acquittal was considered less profitable than a conviction.
Indeed, Thomas Mesereau said in later years that if Jackson had been convicted it would have created a 'cottage industry' for the media, generating a story a day for years to come. Long-running sagas like custody of Jackson's children, control of his financial empire, other 'victims' filing civil suits and the long-winded appeals process would have generated thousands of stories each for months, years, perhaps even decades.
Jackson's imprisonment would have created a never ending supply of gratuitous headlines; Who is visiting? Who isn't? Is he in solitary confinement? If not, who are his cellmates? What about his prison wardens? Does he have a prison pen-pal girlfriend? Can we fly a helicopter over the prison yard and film him exercising? The possibilities were endless. A bidding war was raging over who would get the first leaked images of Jackson in his cell before the jury even began its deliberations.
A not guilty verdict was not quite so lucrative. In an interview with Newsweek, CNN boss Jonathan Klein recalled watching the not guilty verdicts come in and then telling his deputies, "We have a less interesting story now." The Hollywood Reporter noted that hastily assembled TV specials about Jackson's acquittal performed badly and were beaten in the ratings by a re-run of Nanny 911.
The story was over. There were no apologies and no retractions. There was no scrutiny - no inquiries or investigations. Nobody was held to account for what was done to Michael Jackson. The media was content to let people go on believing their heavily skewed and borderline fictitious account of the trial. That was that.
When Michael Jackson died the media went into overdrive again. What drugs had killed him? How long had he been using them? Who had prescribed them? What else was in his system? How much did he weigh?
But there was one question nobody seemed to want to ask: Why?
Why was Michael Jackson so stressed and so paranoid that he couldn't even get a decent night's sleep unless somebody stuck a tube full of anesthetic into his arm? I think the answer can be found in the results of various polls conducted in the wake of Michael Jackson's trial.
A poll conducted by Gallup in the hours after the verdict showed that 54% of White Americans and 48% of the overall population disagreed with the jury's decision of 'not guilty'. The poll also found that 62% of people felt Jackson's celebrity status was instrumental in the verdicts. 34% said they were 'saddened' by the verdict and 24% said they were 'outraged'. In a Fox News poll 37% of voters said the verdict was 'wrong' while an additional 25% said 'celebrities buy justice'. A poll by People Weekly found that a staggering 88% of readers disagreed with the jury's decision.
The media did a number on its audience and it did a number on Jackson. After battling his way through an exhausting and horrifying trial, riddled with hideous accusations and character assassinations, Michael Jackson should have felt vindicated when the jury delivered 14 unanimous not guilty verdicts. But the media's irresponsible coverage of the trial made it impossible for Jackson to ever feel truly vindicated. The legal system may have declared him innocent but the public, on the whole, still thought otherwise. Allegations which were disproven in court went unchallenged in the press. Shaky testimony was presented as fact. The defense's case was all but ignored.
When asked about those who doubted the verdicts, the jury replied, "They didn't see what we saw."
They're right. We didn't. But we should have done. And those who refused to tell us remain in their jobs unchecked, unpunished and free to do exactly the same thing to anybody they desire.
Now that's what I call injustice.




Michael superou toda essa injustiça, com valentia e dignidade.
Suportou toda essa podridão, com superioridade, grandiosidade e muita fé em Deus.
Despertou o mundo e superou a raça humana.
Michael é um exemplo a ser seguido!!
This is it!!



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39 comentários:

  1. Bom dia meninas...

    Maíra parabéns pelo post...eu li e logo me veio á mente uma resposta...foi aí que ele morreu sabiam?
    Michael morreu durante esse julgamento,nessas acusações contra ele,eu me ponho um pouco em seu lugar e fico imaginando o que ele teve que suportar,o quanto Michael foi humilhado.
    Pela mídia,pelas pessoas,só os fãs ficaram do lado dele.E até para nós sobrou pois somos até hoje taxados de fanáticos...quando eu digo que amo o Michael demais,sempre tem um ou dois que me olham com pena e até risadinha já escutei...e nem falo sobre minha crença believe...é só por dizer que o amo e o admiro...não apenas por ser o maior artista do universo...mas por ser o ser humano lindo e maravilhoso que ele é.

    Realmente até hoje após 3 anos de sua "morte"escutamos piadinhas de péssimo gosto com relação á isso tudo...ainda o acham "culpado",me dói muito dizer isso aqui amigas...mas é verdade!infelizmente...eu já perdi uma amizade de longa data...porque no início quando comecei á ir atrás de notícias da hoax fui falar com uma amiga para ver o que ela achava...o cretino do namorado dela teve a cara de pau de me dizer assim:"pois é ele deve estar vivinho em alguma ilha deserta com um monte de "garotos" só para ele" e riu com a maior cara de pau...bem o que eu disse para ele, não vou falar aqui pois não foi nada agradável o desenrolar da discussão...(aff)a coisa foi feia...enfim...acabou que eu perdi a minha amiga que claro ficou do lado do cretino do namorado dela...mas para defender o Michael eu faria tudinho de novo....não me arrependo de nada do que eu disse para aquele cara.

    E isso é muita gente que pensa assim amigas...me dói muito... mas se a gente for brigar ficamos só nós fãs dele no mundo...se bem que seria o paraíso...nós e ele hummmm...demais não?

    não é fácil...tadinho do Michael...mas sei que ele é forte...corajoso...maravilhoso...lindo...etc...etc..etc e que está vivo...e que ele nos ama muito...

    e ele completamente INOCENTE...acredito nele...vou amá-lo sempre, eternamente...e tenho muito orgulho se ser sua fã...muito mesmo...ele é meu HERÓI!!

    bjs

    L.O.V.E

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  2. Obrigada Michaela. :)

    É verdade, começaram a matar nosso Michael em 1993 quando surgiu a primeira extorsão, a primeira falsa acusação...depois disso a mídia se encarregou de fazer o resto...e com requintes de crueldade fez o maior linchamento do século.

    Quando chega o dia 13 de Junho, acontece como foi citado na matéria acima, lembro-me do linchamento do século, do episódio mais vergonhoso do jornalismo e sinto nojo da podridão que foi mostrada ao mundo e da forma como salivavam sedentos os abutres da mídia e também o público ignorante que facilmente se deixou manipular partindo para um julgamento e condenação precipitados e eufóricos como se fossem explodir de felicidade pela desgraça alheia. Zombaram, humilharam, ofenderam, julgaram e condenaram nosso Michael por eles mesmos. As pessoas julgam as outras por si mesmas.

    Mesmo Michael tendo provado sua inocência pela justiça americana, muitos ignorantes ainda continuam lá atrás, no meio da lama, revirando os lixos que criaram para destruir Michael porque é disso que alimentam, não conseguiriam sobreviver longe da podridão, essa é a verdade.

    Todos sabem que Michael sempre foi inocente, mas alguns insistem em mastigar o lixo, em fazer vistas grossas...porque não conseguem aceitar a superioridade de Michael, isso é fato.

    O que fizeram com Michael foi o ato mais desumano, mais podre que pudemos presenciar. Não me conformo e nem me conformarei nunca que um homem dessa grandiosidade, que só fez o bem para humanidade, tenha sido tratado dessa forma durante décadas por monstros que se dizem humanos. Presenciamos, vimos com os nossos olhos do que a mídia é capaz de fazer por dinheiro. Distorce os fatos, esconde as verdades e manipula as pessoas como marionetes.

    Michael foi morrendo aos poucos desde 1993, em 13 de junho de 2005 Michael provou ao mundo sua inocência e morreu de vez. A mídia então, largou Michael no meio do lixo sem ao menos se preocupar com a vida que haviam destruído de forma tão covarde e suja.

    Michael sozinho, apenas com o apoio dos fãs ( sendo que muitos deles tb lhe viraram as costas), conseguiu se levantar, se reerguer e dar a volta por cima, fazendo um “funeral” digno para sua imagem assassinada pela mídia e conscientizando o mundo de suas verdades e de sua imagem imortal construída com muita luta, talento, criatividade e acima de tudo com dignidade.

    Michael é grandioso! Ele superou a raça humana!! This is it. ;)

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  3. Toda vez que leio sobre isso fico tão revoltada que mesmo querendo falar tanta coisa, não consigo falar nada, a minha revolta é tão grande que me deixa muda, por mais que queira me expressar,as palavras não seriam suficientes para mostrar o que sinto, é repudiante, repugnante, me da nojo

    Não foi o juri nem o juiz que deu o veredicto final, foi a mídia, esse julgamento foi acompanhado pelo mundo todo, e a mídia podre manchou o nome de Michael para sempre

    Mesmo sendo divulgado depois que Michael foi inocentado por unanimidade, ele ja estava condenado muito antes de sair o resultado, e ate hoje muitos que acreditaram na mídia enganosa na época não tiveram acesso as noticias de sua verdadeira inocência, ate hoje o julgam como culpado

    Isso talvez poderia ter acabado com a morte dele, pois tambem foi acompanhada pelo mundo inteiro, se existe vida em outros planetas, ate la ficaram sabendo da noticia de sua morte,digo que poderiam acabar com essas injustiças que fizeram a ele, pois seria a única oportunidade de mostrassem a verdadeira realidade dos fatos, mais não foi assim, ainda continuaram pondo em dúvidas a sua inocência, e continuam ate hoje, e irão fazer isso sempre

    Sempre que tocam no assunto das acusações, deixam dúvidas,não falam claramente que ele é inocente, e isso vai ser assim sempre, Michael Jackson esta marcado injustamente para sempre

    Por outro lado isso só me fez admira-lo mais ainda, eu tenho orgulho de ser uma fã de Michael, não só do artista, mais do ser humano, ele mostrou ser forte e digno, e não desistiu nunca de sua missão, isso não fez com que ele parasse e desistisse, ele continuou em frente, firme e forte, mesmo magoado, despedaçado por dentro, sua fé em Deus lhe deu forças para se levantar, se reerguer e prosseguir em frente, e ele continua ate hoje com essa missão que lhe foi destinada, Michael Joe Jackson é um Mártir

    Te amo muito Michael..."Meu Tudo"

    Love

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  4. Tentaram matar Michael desde 1993, mais não conseguiram, ele sobreviveu a tudo isso, ele renasceu das cinzas, foi com grande sacrifício e muita fé, mais ele sobreviveu, ate dia 25-06-09, ai ele mesmo se matou, mais continua vivo mais do que nunca "Thriller" o morto vivo

    Love

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  5. É amiga, morto está o mundo. Drogado, anestesiado está o mundo que não consegue ver além. ;)
    Um dia o mundo inteiro chegará lá.

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  6. É verdade meninas concordo com tudo isso que vcs falaram...

    Michael é um Herói...um super Herói...meu X-men...rsrsrs

    vejam isso:

    sem citar nomes ok?

    mas não resisti...rsrsrs


    http://24.media.tumblr.com/tumblr_m5jnlbVGfe1qgwi1vo1_1280.jpg

    Ele gosta de provocar não?rsrsrs
    ...????

    Relax....

    L.O.V.E

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...ai Michaela, eu resisti, preferi não postar kkkkkkkkk, justamente para não citar nomes, ele é demais não é?

      Em vez de love...vai RELAX

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    2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

      amiga...ele é demais sim....rsrsrs

      RELAX....

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  7. Fazem 7 anos desse massacre a Michael...7...7...7...sempre 7

    O álbum Bad foi o sétimo na carreira de Michael, vem ai o Bad 25 anos

    O vídeo do acidente da Pepsi só foi mostrado ao mundo após a morte de Michael, só ele e a empresa que tinham essas gravações, ai vazaram

    O RELAX tambem gosta da era Bad né?

    Michael é Bad

    Relax!

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    1. Michael is very Bad amiga...

      very...very Bad...

      é 7 que não acaba mais nessa história...rsrsrs

      RELAX!

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  8. Fernanda Capucho13/06/2012 19:49

    É amigas,um sentimento de tristeza e revolta me invadiu.
    É muito triste ler essas coisas,é extremamente nojento e repugnante o que a mídia fez.
    Michael é muito superior e por mais que a imprensa tenha alcançado algum objetivo,me recuso a aceitar que ela tenha vencido.Para mim Michael é um vencedor e mesmo que a imprensa não tenha se retratado da nojeira que fizeram está aí a verdade,para quem tiver um pouco de percepção e senso crítico.E para os manipulados,só lamento o fato de não verem esse anjo de luz que veio a nossa Terra contribuir com seu imenso talento e seu amor a esse mundo que foi tão cruel com ele.
    De qualquer forma da justiça divina ninguém escapa,e todos que tanto mentiram irão ter que prestar contas.
    O importante é que por mais que isso o tenha afetado,ele superou e encarou de forma única,foi muito forte. E é por essas e outras que o amo tanto tanto tanto.
    Amo e amarei para sempre,esse ser humano lindo,magnífico em todos os sentidos,Michael Joe Jackson é um vencedor,que provou sua inocência e saiu da "vida" por um motivo que não conhecemos,mas sabemos que ele nos ama muito,afinal ele mesmo cansou de dizer isto! ;)
    Michael meu amor,sinto muitas saudades!
    Esse mês mais do que em qualquer outro a saudade persiste,dói fundo no peito.As vezes chega a se expressar em lágrimas.Mas entendo seus motivos sejam eles quais forem.
    I love you forever.
    Love you with all my heart.

    Bjãoo
    LOVE

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  9. Vcs disseram tudo.Tenho pouco a acrescentar!
    Foi o massacre da serra elétrica com aquele jason no meio a famigerada sexta feira 13...

    Foi muito ruim, como as pessoas são dessa forma? Juro que não entendo!!
    Estou muito triste em saber que vivi muitos anos bons, iluminados cheio de sonhos, mas ao olhar a redor hoje, só vejo sombras! Os zumbis estão aqui de verdade! Vampiros sugaram seu sangue e tentam sugar o de todos que querem viver e amar, sempre foi assim desde os tempos mas remotos.

    Mas como toda alma de luz ele esta respirando vidaaaaaaaaaaa. Não vão destruir o amor nunca!
    O AMOR VENCERÁ SEMPRE, CHEIO DE FORÇA, PORQUE O QUE NÃO NOS MATA NOS FORTALECE. MESMO COM AS LAGRIMAS QUE DERRAMAMOS AO VER INJUSTIÇAS, ESTOU FALANDO ATÉ MAS PROFUNDAMENTE,,,FALO DAS DORES DO PLANETA, DOS ANIMAIS , DAS PESSOAS QUE ESTÃO SEM FORÇA, VELHOS CRIANÇAS, POBRES DE CULTURA E DE APOIO DE SEU País que só roubam para sua prole, POBRES DO CLIMA, POBRES DA MISÉRIA, POBRES DE ENTENDER DEUS!!!!!!!!Perdão mas estou,,me sentindo mal a tempos com esse mundo que cresceu e não progrediu!

    Não posso falar num belo post!! Mas em mas uma verdade que espirra em nós ,,,,até quando vamos ficar adormecidos...Tenho uma vontade de virar um verdadeiro guerreiro, daqueles que empunham uma arma e faziam justiça com as próprias mãos... Estou enojada de muita coisa... Michael é só o meu lado mas terno.

    Muito triste, mas sabendo que isso tb não adianta mas!!O tempo esta se esvaindo,,,essa é a verdade

    Bjs,,com um gosto de lagrima!

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  10. É revoltante mesmo amigas ler esse tipo de coisa, podemos imaginar um pouco o que é passar por isso em apenas ler, né? Se ao ler sentimos nojo, revolta e ficamos péssimas, imaginem passar tudo isso na pele?
    Por isso fico indignada quando algum fã se atreve a falar que Michael jamais forjaria a morte. Jamais mentiria, Jamais blá blá blá... Porque não??? Algum ser humano suportaria toda essa maldade e daria um presente em troca? Daria de bandeja um show??? Não. Nenhum ser humano suportaria que sua dignidade fosse arrastada na lama dessa forma, se destruiria na certa. Mas, Michael superou com valentia, inteligência e fé, deu a volta por cima.

    Michael despertou o mundo a força.
    Michael...I love you more…LOVE
    Amor incondicional sempre!!

    Bjãooo amigas.
    LOVE

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  11. Do dia 13 ao dia 25("morte") temos um período de 12 dias, logo:

    1 +3+1+2= 7
    13+12= 25 2+5=7


    O Show TII foi adiado para o dia 13/07.
    Do dia da “morte” ao dia do show são 18 dias, logo:
    8-1=7
    (Não sei se na numerologia pode inverter os números, mas se puder, é mais um 7)

    "sepultamento" dia 05/09/2009
    5+9=14
    2+0+0+9=11
    1+4+1+1=7


    Em minhas contas, da “morte” ao “sepultamento” são 72 dias, mas segundo as fontes, foram 70 dias.
    (Uma das fontes que diz que foram 70 dias) http://www.recantodasletras.com.br/biografias/36519190)

    Há muitos sete envolvidos em datas importantes, né? Esse sete faz muito sentido.

    Bjãooo
    LOVE

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    1. Fernanda Capucho13/06/2012 23:56

      É amigas,para mim esse número 7 não é a toa.
      Algum significado tem que ter,nem que seja o número da sorte do Michael.
      Sei que ele curtia numerologia,então não acho difícil esse número ter grande importância nos fatos.
      Número 7 é o número da perfeição.Se aprofundado pode-se descobrir algo muito importante aqui.
      7. Pensamento/Consciência

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Numerologia
      http://www.luzparavida.net/curiosidades_numero7.html

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    2. Fê acredito que o número 7 tem um papel fundamental em tudo isso...

      tô bem atenta ao dia 07-07-2012...

      vamos ficar ligadas!!

      bjs

      L.O.V.E

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  12. Tem muitas coisas relacionadas a Michael e o numero sete, e nessa história toda sobre a morte

    Michael tem uma musica que se chama Seven Digits ( sete dígitos )outra "Seven Bright New Stars", tem uma que se chama Resurrection

    Em uma lista de mais ou menos 194 musicas, que inclusive algumas ja vazaram, tem uma com Barry Gibb que se chama "Prayer For Peace" ( oração para a paz )tem muitas com parcerias de outros artistas, como Omer Bhatti,Teddy Riley,Lenny Kravitz, Stevie Wonder e mais


    From The Bottom Of My Heart (2005) ( do fundo do meu coração )que tem vários artistas, Tsunami Charity (2005)

    Se tem tantas musicas inéditas, porque eles só relançam as que ja conhecemos? colocam uma ou duas inéditas e o resto é tudo relançadas, jogada para comprarmos os álbuns? pois por causa de uma inédita temos que comprar o álbum, sera que é por causa disso? ou sera que não?

    Deep In The Nigth talvez seja a que preciso de tradução,ainda não tenho certeza se é

    Ainda estou intrigada com Bad 25 anos,Pepsi, Bad sétimo álbum de Michael Jackson, sei que estou sendo repetitiva nesse assunto, mais é que sou meia chatinha mesmo

    Quem sabe não vaza alguma com Relax rsrsrs...estou só brincando para relaxar um pouquinho, o clima esta um pouco tenso nesses dias

    L.O.V.E

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  13. Bom dia meninas...

    não sei se já viram...eu já sabia ...mas para mim é mais uma prova lá vai...

    https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=CwkXpQzH5oI

    ainda há dúvidas?

    para mim não mais...é ele!!

    L.O.V.E

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    1. Pois é Michaela, então veja esse vídeo do Domingo Espetacular, é sobre Dave Dave

      Bjs

      Relax

      Love

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    2. Opss! esqueci o link

      http://www.youtube.com/watch?v=ZDkE96QZr0U&feature=related

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    3. pois é Ana...rsrsrs

      Obrigada por esse vídeo ainda não tinha visto...a Record sempre foi believe né?rsrsrs

      Sabe Ana,para alguns seremos sempre loucos e fanáticos...

      mas....te digo uma coisa...se um dia ele aparecer e dizer os motivos que o levaram á fazer isso...a maioria desses mesmos que acham que somos loucos irão dizer que já sabiam e tal...eu prefiro ser taxada de louca do que ficar cega diante de tantas provas e evidências que o Michael...vive jogando na nossa frente...eu acho que não querem ver...ou tem medo de ser chamados de loucos e fanáticos...eu sou bem normal...tenho uma vida normal...tenho família e sou feliz...mas amo o Michael,sei quem ele é e sei bem do ele é capaz!!

      Who´s bad ?

      rsss...RELAX...(essa foi ótima!)

      L.O.V.E

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    4. Michaela, aqui tem um vídeo com fotos do Dave, e aos 4:05 tem a voz de Dave em um filme que ele fez, veja a diferença, vc sabe que foi Michael que pagou todo o tratamento de Dave, então Dave teve que dar... digamos uma reconstruída no rosto, e Dave é fã numero um de Michael entende?

      Pode ser que a Record seja believe, e a Globo rip

      Com essa falta de noticias, se bem que sempre surge algumas, mais não como antes, seria bom que as pessoas revissem os vídeos e as noticias antigas, tem muitas coisas que ja foram esquecidas e que as vezes passaram despercebidas, e servem para ligarmos com os fatos de hoje, mais isso é bom para quem ainda se interessa em saber e continua atras de pistas

      Eu faço isso não por dúvidas de que ele esteja vivo, mais gosto de relembrar de tudo, é bom, afasta um pouco a tristeza, mais não afasta a imensa saudades que sinto dele

      Se quiser, veja o vídeo sobre Dave Dave

      http://www.youtube.com/watch?v=t6u1jL0LgGs&feature=fvwrel

      Love...chega de relax né rsrsrs ?

      L.O.V.E

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    5. É verdade Ana...muitos esqueceram de coisas do comecinho...eu achei esse vídeo que postei em um site believe dos Eua...lá dizem com 100% de certeza ser mesmo o Michael disfarçado...eu sempre soube desde a primeira vez que vi essa entrevista na record ...eu estava tomando café da manhã e mostraram na record(rsrs) eu quase tive um treco...e gritei "é ele"...eu estava sem net na época...mas sei que bombou isso na época...mas a memória e curta para alguns...fazer o quê?

      Também revejo essas coisas para espantar a saudade e os maus pensamentos que nos assombram neste mês...sei que ele está vivo...sei e sinto ele vivo...

      "Relax..."

      em "Morphine" ele também pede para Relaxar...

      "Relaxe", isso não vai machucar você
      Antes que eu injete
      Feche seus olhos e conte até dez
      Não chore, eu não vou convertela
      Não precisa ter medo
      Feche seus olhos e vá em frente
      Demerol, Demerol
      Oh Deus, ele esta pegando Demerol
      Demerol, Demerol
      Oh Deus, ele esta pegando Demerol

      Ele esta tentando muito convence-la
      A dar-lhe mais do que ele tem
      Hoje ele querer duas vezes pior
      Não chore, eu não vou te ofender
      Ontem você deu a ele confiança
      Hoje ele querer duas vezes mais
      Demerol, Demerol
      Oh Deus, ele esta pegando Demerol
      Demerol, Demerol
      Oh Deus ele esta pegando o seu Demerol.......


      ???

      L.O.V.E

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  14. Tb estou com vc meninas. ;)
    Que me chamem de louca, estou nem aí.

    Sou fanática mesmo, tenho idolatria por Michael e isso não me causa problema algum, muito pelo contrário, só me faz bem e me deixa feliz.

    Sei dos meus sentimentos, dos meus questionamentos. Sou um tanto cética , por isso não acredito em tudo que dizem ou mostram pela metade. Sempre ouço alguém falar: "Ahh...mas idolatria é pecado, fanatismo tb...é sacrilégio, ou sei lá o quê. Inventam tantos nomes para os pecados que acabam se esquecendo dos reais valores que um ser humano deve ter, e dois deles é respeitar o próximo e não julgá-lo. São valores e não pecado.

    Sou fanática por Michael e agradeço a Deus por esse presente que só tem me acrescentado. Conhecendo e sentindo Michael melhor tudo melhorou em minha vida, dentro de mim, em meu relacionamento com os que me rodeiam, com minha espiritualidade, vivo em êxtase. :)

    Quer doença melhor que essa?? Se amar em excesso é distúrbio, prefiro ficar assim "doente", louca e feliz...rsrsrs.... Há tantas pessoas que se acham tão certinhas e são tão infelizes que transbordam suas neuras, infelicidades e frustrações nos outros.
    Cada coisa...tsc tsc tsc...

    Já tinha visto esses dois vídeos, o que a Michaela e Ana postaram.
    A voz no vídeo é a de Michael. Não sei o que foi dito. Podem ter feito montagem. Porque pela leitura labial de Dave, não me pareceu que ele pronunciou as mesmas palavras de Michael.

    O Amorim, não gosto dele nenhum pouco. Desde que assisti a entrevista que deu ao Pânico, peguei antipatia por ele, e quando assisti sua matéria na tv, peguei mais ainda. Então ele na minha opinião é um zero a esquerda.

    O Leandro é fã como todos nós, mesmo que tenha tido o privilégio de estar lá, nada lhe foi mostrado além do que foi mostrado aos demais, ou ao mundo. Mas, não gosto de ouvir fãs falarem que Michael jamais faria isso ou aquilo. Porque não??? Ele não é humano??
    (cont.)

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  15. (cont.)
    "Michael, jamais iria expor Paris daquela forma." E porque não? Se já é bem claro que ela é uma futura atriz? Michael não foi exposto ao mundo todo de forma tão trágica e humilhante nunca antes imaginada?? Porque Paris não pode ser exposta chorando?? Paris não foi colocada em exposição para humilhação. Ela simplesmente se expos chorando, sendo verdade ou mentira, sua posição não altera em nada sua moral. Se fosse verdade, estaria demonstrando um sofrimento, da mesma forma que se fosse forjado, estaria demonstrando uma atuação.

    O mundo “inteiro” duvidou, brincou e debochou da sinceridade e dos sentimentos de Michael, ofendeu a sua moral.(com exceção aos fãs que sempre o apoiaram, pq muitos ficaram omissos, muitos se viraram contra e muitos o ignoraram) Ninguém tem o direito de dizer o que é ou não certo Michael fazer. Principalmente os fãs, não deveriam cobrar tanta postura da parte de Michael, será que não viram o que fizeram com ele?? (embora ele tenha e muita)
    Se Michael apontasse o dedo do meio e mandasse o mundo inteiro às favas e fosse viver uma vida alegre e na paz, ele estaria certo. O lance de dar a outra face foi em outra época, não na nossa. Hoje não existe mais esse gesto. Hoje não existe isso a não ser na teoria.

    Temos nossa fé em Deus e a consciência de que cada um é responsável por sua vida, por sua felicidade. A vida é uma dádiva e temos que cuidar dela e agir para que tenhamos felicidade e não ficar só esperando que caia do céu como muitos fazem. Temos que ter consciência do que é realmente certo ou não ser feito, independente dos conceitos criados pelo homem. Nem tudo que é válido pra um é válido para o outro, e assim vai.

    Acredito firmemente que Michael não morreu. Não por ser fanática assumida no fofo, mas porque tudo que foi mostrado me fez ter essa convicção.

    Sua inteligência, sua dignidade, genialidade, perseverança, perspicácia, valentia, esperança e fé não podem ser depreciadas caso ele tenha realmente forjado a morte. Ele tem todo direito de lutar por sua liberdade, felicidade e principalmente por sua vida, que é única e sagrada. A opinião de cada um é apenas detalhe.

    As pessoas que impõem posturas aos outros, deveriam se colocar no lugar do outro para ter uma noção de qual postura teria se ali estivesse.

    Bom, mas cada um é cada um e age como quer e como pode.

    Michael meu fofo, amor incondicional sempre!!!

    Bjãooo
    LOVE

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    1. Maíra assino em baixo amiga...

      Sobre montagem no vídeo não foi não...o Dave falou aquilo mesmo!
      ...pode pegar a entrevista inteira dele com o Larry King...ele fala exatamente aquilo mesmo...é do mesmo jeitinho que está aí nesse que postei...

      Minha opinião...Michael apareceu ali para nós "fãs" vermos que ele está vivo!
      Ele estava vendo nossa dor e desespero e quis nos aliviar...para mim foi isso!

      E confesso amiga...se ás vezes choro e fico triste é por não saber como ele está hoje...mas que ele está vivo...é certeza!
      Mas pensar que ele pode estar sofrendo com tudo isso me machuca muito...

      bjs

      L.O.V.E

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    2. Maíra esse é o link da entrevista do Dave inteira:

      http://www.youtube.com/watch?v=En5Q4syywcw

      L.O.V.E

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    3. É Michaela, me deu a impressão de ter sido montagem esse vídeo, mas olhando bem direitinho, pode não ter sido mesmo. Talvez eu tenha tido essa impressão porque a frase foi cortada e ele continuou com a boca aberta para dizer mais alguma coisa.
      Mas, me lembro dessa entrevista. Assisti na tv e no youtube tb, não desgrudei o olho dela e achei bem estranha, mas não acreditava que Michael pudesse ter se arriscado a tal ponto. Hoje com um conhecimento maior sobre nosso Michael, sei que quando ele está disposto a fazer algo ele faz e faz bem feito. O "Dave" parecia estar encenando e o outro cara o bigodudo (não sei o nome..rsrs..) parecia estar se segurando para não rir.

      Agora mesmo estava vendo novamente esse mesmo vídeo que vc enviou.
      Vi também um vídeo há algum tempo em que ele dá uma entrevista para uma loira,mas procurei no youtube e não encontro mais. Achei que aquele Dave tb fosse o Michael. Não sei o nome dela, mas está nesse vídeo abaixo. Michael pode sim ter se passado por Dave nessas duas entrevistas.
      Acho que vc já deve ter visto o vídeo do filme com o Dave, né? A voz é completamente diferente, as fotos, a boca.
      Michael em ghosts foi maravilhoso, em The Wiz idem, nos outros também. Michael é fenomenal e atua melhor ainda quando está com máscara, porque ele fica mais a vontade.

      Veja:

      https://www.youtube.com/watch?v=MRm69hs_3Wc&feature=related

      Sabe amiga, as vezes meu egoísmo grita mais alto e sofro muito pela ausência de Michael. Mas,logo procuro me aliviar, porque confio nele. Claro que ele deve ter sofrido muito para ter tomado essa decisão tão crucial em sua vida, mas não se compara ao sofrimento que viveu por décadas.
      Mesmo tendo meus momentos de fraqueza, procuro me manter forte e atenta, porque tenho a minha convicção que Michael tem seus propósitos e confio nele plenamente. O que ele fizer será muito bem feito,muito estudado, muito consciente, acredito nisso. :)

      Bjãooo
      LOVE

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    4. Amiga...

      penso como vc...ele não deve estar nada feliz...ele sofreu muito durante a vida,e infelizmente ainda sofre,eu sofro também...queria poder ajudar de alguma forma...ser capaz de arrancar toda dor que ele tem em seu lindo coração...mas,quem sou eu?

      Acredito sim que ele se disfarçou,que era ele alí...coragem para isso sei que ele tem,e também acredito que tudo isso não foi em vão...ele tem sim seus propósitos,e ele é um gênio ...não podemos nos esquecer disso!

      bjs

      L.O.V.E

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  16. Meninas, hoje vendo e revendo tanta coisa, penso como Maíra falou!! Me tornei uma pessoa melhor, porque conheci Michael Jackson...

    Mas admito que não estou mas com fé de antes! Porque? A dor de tantos relatos, entrevistas , maldades...Michael é mas uma vitima da vida ,,mas muitos dirão,vitima?? Rico, cheio de mulheres correndo atrás dele? Porque é a primeira coisa que vem no intimo dos idiotas de plantão!! Os que pensarem assim desconhecem a essência do ser , sua centelha divina.Mas tenho pensado em algo, Michael é um ser diferenciado um viajante mistico.

    Conhecer melhor os seus diálogos,,através de entrevistas que o amigo Marcílio postou no fórum unbreakable me ajudaram muito,,,porque li uma sequencia de coisas de seu coração,coisas essas que por mas que acompanhasse sua carreira só tinha em pedaços,e antes pior ainda, em pedaços de revistas distorcidas. Dessa forma foi muito enriquecedor para conhecer melhor seu intimo. Tanto aos 13 anos como aos 30,40, ele mudou,,,claro! Mas sua alma não e acompanhei a mesma pessoa por anos.,coisas que não vemos com facilidade, nem com os que acompanhamos de perto,dentro de nossa família, talvez algumas entrevistas tenham sido distorcidas mas Michael não foi!!Sua alma e modos de ternura sempre estiveram com ele.

    Michael veio com sua proposta, quem perdeu foram os que não a agarraram.
    Não consigo mas ficar cogitando tudo que sei!! EU AMO MICHAEL JACKSON e ponto final.Fui abençoada , como já falei tanto estar aqui na mesma era e dimensão.
    Se ele estiver feliz,me perdoe mas não acredito., porque ele não seria nunca feliz dessa forma, escondido,recluso, sem oportunidade, porque sabemos que ele voltando será a maior zona terrestre e todos sabemos, um louco vai surgir rapidamente e acabar com tudo, eu penso assim desde sempre, mesmo sentindo em meu coração sua vida pulsando...Mas tem algo nessa historia que me leva a crer, que as a situação não estão só em uma fuga.

    Talvez Ana pense como eu, sempre pensei que ela tem algo em seu coração que nunca quis revelar, mas ao chegar próxima a 1.095 dias sem nada palpável, estou sem muitas esperanças em uma fuga pelo lado bom..
    Me perdoem, não quero nunca tirar nada de ninguém, mas sempre senti que algo não ficou esclarecido nem pelo nosso lado de crença , nem pelo lado dos que não creem nele aqui em carne.
    Bjs

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    1. Só para esclarecer, quando falo que não quero tirar nada é justamente o que não se deve tirar... A esperança. Então por favor, nunca deixe nada nem ninguém fazer isso.

      Mas eu sei que aqui é o lugar!!O divã mesmo,,então vcs são os meus amigos e psicólogos ao mesmo tempo. Não me interpretem mal.Mas não posso ficar vendo tantas coisas que estão distorcidas e calar, fazendo fita de uma believe sem duvidas.Estou com um bau delas alguém se propõe a dividir comigo.
      Bjs

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    2. Márcia...aqui é um Divã mesmo...aqui nos abrimos umas com as outras...e botamos tudo para fora...as vezes até faço e digo umas bobagens que depois me arrependo muito...mas quero que vcs saibam que eu adoro muito todas vcs,graças á vcs aqui eu continuo em pé...pois não é fácil...realmente tem muitas coisas estranhas e talvez a gente nunca vá saber realmente a verdade...mas ainda podemos sonhar amiga...eu sonho muito,sofro,choro,fico triste...mas não vou deixar de sonhar e ter fé em dias melhores...

      quando precisar desabafar tô por aqui amiga...pode contar comigo tá?

      bjs

      L.O.V.E

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    3. Márcia minha querida amiga, eu sei que aqui nesse cantinho,as meninas que frequentam, conhecem um pouco da sua dor e da sua dúvida, mais como nós nos conhecemos e ja trocamos muitos e-mail sobre Michael, e ate alguns pessoais,e isso ja vem de longo tempo posso dizer, eu acho que sei um pouco mais de vc, e vc de mim, mantemos uma amizades muito forte e linda, e tudo começou através de Michael

      Eu sei do seu sofrimento e angustias por causa de Michael, e posso me arriscar a dizer que vc não tem certeza de que ele esta vivo, ainda lhe restam dúvidas

      Eu posso dizer que Michael não morreu naquele dia 25, isso eu senti assim que ouvi a noticia pela primeira vez no plantão de jornalismo da Globo, e senti isso por muito tempo, vc sabe que eu tinha uma certa ligação em respeito a Michael, te contei muitas coisas estranhas que me aconteceram, era uma certa conectividade que eu mantinha de uma forma muito especial e digamos misteriosa, o perfume foi uma que ate hoje penso e não acho explicação

      De uns tempos para cá, vc sabe pois ja te falei sobre isso, eu não consigo mais sentir Michael como eu sentia, daquela forma tão especial e sem explicação, algo mudou, não sei se isso foi bom ou ruim, mais mudou

      Vc esta certa em pensar que eu tenho algo e que não gosto de falar sobre isso, mais eu sempre temi sobre a saúde de Michael, e eu acho que só algo muito grave poderia afastar Michael como afastou, e sempre peço a Deus para que eu esteja enganada

      Sempre achei estranha a atitude da família, e sinto uma tristeza muito grande em D.Kathe, não por uma morte, mais por algum motivo que a machuca muito, eu não a julgo como ja vi alguns julgarem por ela sendo uma pessoa muito religiosa, compactuar com tudo isso, tem horas na vida da gente que não temos escolhas, a vida escolhe e decide por nós

      Eu trago uma coisa comigo sim, posso dizer que é o motivo da minha angústia, eu sinto que Michael não morreu,ja senti ele mais vivo antes, ainda sinto, mais sei que um dia ele ira morrer, assim como eu,vc e todos, ninguem fica pra semente, então eu penso que é melhor assim,ele ja morreu para o mundo,e eu não vou querer ficar sabendo o dia de sua morte realmente,eu não quero saber que dia vai ser esse, e nem o motivo da morte, prefiro como aconteceu, e acho que ele tambem prefere assim

      Márcia, não só vc e nem eu, todos vamos ter que conviver com tantas coisas destorcidas, podemos ate não nos calar, mais dificilmente teremos a chance de saber realmente o que aconteceu, ficaremos com nossas dúvidas e nossas certezas, cada um com a sua, e tambem cada um com uma esperança, só Deus mesmo amiga, só Deus, estamos todos abaixo dele, só Deus sabe o que esta reservado para cada um de nós, e só Deus por Michael tambem

      Sempre peço a Deus que abençoe e proteja o mundo e a todos os seres existentes, e sempre peço a Deus por Michael, tentamos compreender porque pessoas boas como ele sofrem tanto, e pessoas ruins se dão melhor, fazem tantas e continuam sem punição, mais tudo tem um propósito na vida, nada é em vão, eu penso assim

      Os amigos são muito importantes em nossas vidas, mais só depende de nós mesmos tomarmos decisões e dar rumo a nossas vidas, e fazermos as escolhas certas, por mais dolorosas que possam ser essas escolhas, só cabe a nós decidirmos os caminhos, pode demorar ainda, mais um dia acertaremos e sairemos desse turbilhão que ja faltam poucos dias para completar três anos

      Eu acho que te compreendo amiga, e gostaria muito de poder ajudar, mais eu tambem preciso de ajuda as vezes rsrsr

      Parar agora não da mais,retroceder muito menos, então vamos em frente com muita fé em Deus, e que seja como ele quiser, sempre haverá um amanhã, sempre haverá um novo dia para quem ainda esta vivo, o futuro a Deus pertence

      Bjão

      Love

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  17. Fernanda Capucho14/06/2012 23:42

    Meninas,concordo plenamente com vocês.
    Aqui é mesmo um divã onde desabafamos sobre algo que mais dói e incomoda,a intolerância a Michael e a saudade que sentimos dele.
    Aqui encontramos forças e união para ultrapassar todos os obstáculos e seguir em frente.Nunca perdendo a esperança e sempre nos apoiando mutuamente como podemos.É uma união,é uma amizade,é uma reciprocidade muito incrível.Aliás tudo que se relaciona a Michael é incrível,tem uma luz e uma magia única.
    É muito gratificante e me sinto honrada em fazer parte desse lugar,em ser ajudada e em ajudar,em estar com vocês.
    Michael é muito abençoado por Deus e toda essa benção passa para seu trabalho,seu ser,seus fãs... e tudo que o rodeia.
    Esses 3 anos estão sendo muito difíceis,e poderia ser pior se não tivéssemos nos encontrado,se não tivéssemos uns aos outros.
    O lema do Michael é amor e sentimentos bons... isso se expande através de seus mais fiéis fãs.
    Amo muito vocês,de todo coração. S2
    Bjãoooo
    LOVE

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  18. Obrigada, amigas pela compreensão em expor o meus sentimentos de agora, desse mês 06 desse ano 12, do que não sabemos e isso me rasga a alma.

    Obrigada , amiga do coração Ana.

    Michaela pelas suas palavras de conforto.
    Fernanda, pelo comentário que dá animo para levantar a moral, a duvida é para mim o pior dos castigos, juro.

    Maíra pelo espaço e paciência com nossas crises .

    Mas hoje estou cheia de duvidas,cansada de ver 50 anos de um ser tão especial ser ainda motivo de chacota e massacres.
    Como falei tenho o espirito de um guerreiro, misturando Alexandre o grande e Joana Darc . Queria olhar a cara de cada um desses algozes e tirar suas cabeças fora. Para que talvez em outra vida eles viessem com mas compaixão.
    Bjs e obrigada novamente.

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  19. Márcia, esse espaço é de Michael, é nosso e de todos os que estiverem na mesma sintonia. Aqui podemos expor nossas opiniões com liberdade. Cultivamos o amor, o respeito, a igualdade, a empatia, a sensibilidade, a união...e muitos outros valores que foram despertados em nós através dessa dor.

    Vou expor a minha também. ;)

    Isso mesmo Márcia, não há a necessidade em fazer fita, e sim ser sincera consigo mesma e ao interagir expor aquilo que realmente está sentindo no momento. Porque todas as pessoas tem o direito de mudar sua opinião quando achar necessário, quando achar que é o momento, como também é normal se sentir segura num momento e insegura em outro, de ficar sentir dúvidas, ainda mais no caso de Michael que até hoje nada de concreto foi mostrado.

    Criaram esses termos “believes” e “rips” entrem os fãs para que fossem diferenciadas as crenças de cada um e também para facilitar a interação e não o que infelizmente acontece com muitos que acabam se diferenciando como fãs. Somos todos iguais, independente das crenças e opiniões de cada um. Ser fã believe ou rip não é uma opção e sim uma condição. Eu particularmente, entendo assim.

    Acho que todos os believes e todos os rips, tem seus momentos de dúvidas, mesmo porque nada ficou 100% esclarecido e parece que tudo foi feito para que essa dúvida acontecesse e talvez permanecesse, com propósitos de Michael ou com propósitos de Deus, como já disse algumas vezes, porque é assim que acredito.
    Quando me sinto enfraquecida, abatida, em minhas convicções, tento entender o que realmente está acontecendo comigo, e me pergunto, porque não aceito essa morte, se já perdi alguns parentes tão próximos que eu tb amava tanto e que me fizeram tanta falta? Então, começo a rever tudo desde o início e diante aos absurdos todos mostrados, reforço minha convicção novamente.

    Não consigo acreditar e nem sentir que houve essa morte. Não é uma não aceitação a morte, porque sabemos que todos nascemos e que também morremos, isso é fato. Eu, simplesmente, não consigo acreditar na morte de Michael porque tudo que girou em torno dela não me deixa acreditar. Se tivessem falado apenas que Michael sofreu uma parada cardíaca e faleceu, eu teria acreditado, teria sofrido muito e me conformado, porque temos a consciência que esse é o processo natural da vida, ninguém está livre da morte seja ela em qual circunstância for. Mas, essa “morte” foi muito estranha, muito mal contada, com muitos absurdos, muitas coincidências e com muitas evidências de que ela tenha sido forjada. E são exatamente todos esses pontos que fazem com que eu não acredite. Cada um se pergunta, mas porque Michael faria isso? E cada um começa buscar as respostas para suas dúvidas dentro de si mesmo, criando suposições. Fazemos isso, porque certeza absoluta nenhum de nós temos. Então cada um imagina alguma coisa que possa ter levado Michael a tomar essa decisão. Temos apenas as nossas próprias convicções.

    Alguns fãs acreditam que Michael estava sendo perseguido, outros que ele estava doente...
    Eu sinceramente, já criei várias suposições, mas no que mais acredito é que Michael teve propósitos muito elevados para forjar a morte. Com sua determinação e coragem deu a volta por cima.
    “ O mundo não estava preparado para receber Michael.” E ainda não está.
    (cont.)

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  20. É muito complicado expor certos assuntos que ultrapassam limites criados pelo próprio ser humano, porque sempre haverá a distorção entre os que não conseguem ir mais longe, sair das amarras, das condições impostas pela sociedade, impostas pelo próprio homem.

    Michael superou esses limites. Vimos algumas dessa superação em seu talento, em sua arte, em suas transformações, em seu humanitarismo, em suas decisões pessoais e profissionais...
    A evolução do ser humano é necessária e contínua. A conscientização de outros tempos é bem diferente do tempo em que vivemos e será bem diferente em tempos futuros. O que antes fazia sentido, hoje não faz mais e o que hoje faz, amanhã não fará, sabemos disso perfeitamente.

    Michael disse (se não me engano ao Uri Geller) que estava se sentindo um morto vivo.

    Basta imaginar Michael nessa situação e se colocar em seu lugar para poder compreendê-lo.

    Ao ler o que fizeram com ele, somos tomadas por um sentimento de revolta, podemos imaginar como Michael estava por dentro, que passou por tudo isso . Michael é ser humano. “Sou como qualquer pessoa. Se me corto, sangro.” MJ

    Algumas pessoas confundem bondade com ser bobo. Michael é bondoso, mas não é bobo. A pessoa não precisa ser bobo, abaixar a cabeça pra tudo, pra ser bom. Ele é inteligente, corajoso e determinado e esperou e deu a lição merecida ao mundo. Não por vingança (senão já aparece um dizendo que Michael não era vingativo), mas por honra.

    O veredito de sua inocência, não foi suficiente para consertar o estrago que fizeram em sua vida, em seus sentimentos, em sua moral, em sua reputação, em sua imagem.

    O talento de Michael mostrou ao mundo sua genialidade.
    O julgamento, sua inocência.
    E sua “morte”, mostrou suas verdades.

    Verdades que o mundo foi impedido de conhecer por causa da ganância da mídia e de muitas pessoas sem escrúpulos, sem alma.

    O sonho maior de Michael, mostrado no livro do rabino, é continuar ajudando as crianças. “As crianças são a cura do mundo.”MJ

    Michael, nunca desistiu de um sonho seu. Ele sempre deixou isso bem claro.

    E a condição de vida que lhe forçaram a viver, esse sonho de ajudar as crianças não seria possível.

    Todos conhecemos bem esses trechos do livro:

    “Sim, eu gostaria de sumir de algum jeito onde ninguém pudesse mais me ver até certo ponto e apenas fazer o que eu faço pelas crianças, mas sem ser visto. Desaparecer é muito importante.”MJ

    “Okay, eu vou te dar uma resposta honesta. Okay. Meu maior sonho não deixei para trás - Alcancei todos os meus sonhos com a música e com tudo o que eu amo na música e entretenimento - Essa é a iniciativa das crianças, isso é o que estamos fazendo. Não me importo com nada mais, eu realmente não me importo, não me importo com a carreira, eu honestamente não me importo Shmuley. O que me mantém seguindo em frente são as crianças, ou então eu iria, eu iria seriamente... Eu já te disse isso antes, eu juro por Deus que estou certo de cada palavra. Eu iria, eu me jogaria da torre se não fosse pelas crianças ou os bebês. E essa é a minha real e honesta resposta... e Eu já disse antes, se não fosse pelas crianças eu escolheria a morte. Falo de todo o coração.”MJ

    Está tudo aí. Temos as respostas em tudo.

    Hoje, bem menos que antes, mas ainda vemos alguns comentários idiotas, algumas ofensas, alguns deboches, mas percebemos que hoje eles são feitos por meras frustrações, nada mais além disso.

    Quem lavou a honra de Michael foi ele próprio com a sua determinação e coragem. É assim que penso. Então não consigo mais achar que Michael tenha forjado a morte porque estava doente, porque foi ameaçado de morte...mas sim para lavar sua honra que tentaram destruir da forma mais covarde e desumana possível, por sua determinação pelas crianças. E penso também que ele tentou privar os fãs desse sofrimento, foi por isso que nos presenteou com TII.

    Mas, essa é minha opinião, meu ponto de vista, ou melhor, minha convicção.

    Bjãooo
    LOVE

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  21. Valeu Maíra, adorei saber o que vc senti e sua convicção é uma fortaleza que só nos faz bem. Falo de todo meu coração.
    Mas é como vc falou temos os momentos de total desespero. Michael , mexe com os sentimentos mas profundos.
    Juro que repasso tudo e sei que a logica não nos permite achar que essa morte tem fundamento.
    Agora a dor as vezes ultrapassa o bom senso.
    Obrigada
    Bjs

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  22. Márcia, mas eu sofro muito. Desde que Michael “morreu” tenho vivido nos dois extremos, o desespero e o êxtase. O desespero pela dor de sua ausência e o êxtase pela gratidão de sua grandiosidade.

    Por isso tento me concentrar mais em sua grandiosidade e faço questão em propagar todas essas maravilhas que vamos descobrindo sobre o nosso Michael e mesmo as que todos já conhecem também. Porque toda essa grandiosidade que há em Michael me alivia, me acrescenta muito e me deixa otimista. Creio que se fizermos a nossa parte, o mundo todo também terá as mesmas oportunidades que temos em conhecer Michael tão profundamente e o mesmo privilégio de amá-lo também.

    A dor realmente chega com tudo... e é bem difícil uma outra reação que não seja chorar e se deprimir, mas temos que nos manter fortes, não podemos ceder. Michael precisa de seus fãs fortes e unidos numa só voz e nós precisamos dele.

    Mas, compreendo perfeitamente esses momentos e sei como dói.

    Bjãooo
    LOVE

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