O antropólogo Dr. S.J.Martin fala sobre o humanitarismo de Michael Jackson.
Da Ásia à África, o Rei do Pop emerge como uma plataforma global para a Filantropia e Mudança Social
Em meio à evolução do julgamento em curso dos Jackson contra a AEG as alegações sobre o poder aquisitivo póstumo de Michael Jackson têm sido notícia nos últimos tempos. Recentemente, o Cirque du Soleil estreou "Michael Jackson One", em Las Vegas, uma co-criação com o Espólio de Jackson. Enquanto isso, a recordista turnê do show do Cirque "Michael Jackson The Immortal World Tour" arrecadou um valor estimado em 300 milhões de dólares desde que estreou em 2011. Com o quarto aniversário de sua morte, Jackson, sem dúvida, continua a ser uma máquina de fazer dinheiro.
No entanto, o Rei do Pop deu ao mundo mais do que entretenimento e escapismo: ele também ofereceu caridade e engajamento cívico.
O "Rei dos Corações" é como um fã chinês de vinte e poucos anos da província de Guangzhou descreveu o Rei do Pop para mim.
Um humanitário notável, Jackson foi saudado no Guinness World Records pelo maior número de contribuições para a caridade já realizada por uma estrela pop. Ele gravou singles de caridade como "We are the World" e doou lucros de várias turnês mundiais para instituições de caridade.
O falecido Jackson tem na realidade emergido como uma plataforma global para a filantropia.