Por Syl Mortilla
IRMÃOS DE ARMAS.
''Centenas de pessoas, composta por fãs, mídia e simplesmente curiosos, reúnem-se do lado de fora de um edifício. Estão cantando o nome de um homem, cantando para ele, mantendo vigílias. O homem no interior do edifício está sofrendo.
Os últimos dias de Nelson Mandela foram um circo familiar para muitos de nós com a excessiva mecânica da imprensa parasitária, com a sua orgia de audácia e hipocrisia em sua antecipação, salivante pela morte corpórea de um herói.
Como a neta do grande homem, Ndileka Mandela, disse: ''[Eles] querem um quilo de carne. Na ausência dos fatos, [eles] especulam."
Felizmente, nem todas as comparações entre Nelson Mandela e Michael Jackson são tão dolorosas.
As pessoas descrevem a mudança na atmosfera que ocorria, nas vezes que Michael Jackson ou Nelson Mandela entravam em uma sala, como se eles podiam transformar, osmoticamente, qualquer éter eles agraciavam.
