Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Amar Incondicionalmente é uma Arte






AMAR INCONDICIONALMENTE É UMA ARTE

Tantos tipos de amor tenho visto por aí... 
Amores fracos, desnutridos de coragem; amores fortes, que atravessam muitas barreiras, mas que em certo momento tropeçam numa pequena pedra, caem e não conseguem mais se levantar.
De tantos e todos os tipos de amor que conheci, houve um que jamais esquecerei: o amor incondicional, aquele que existe "apesar de" e que atravessa qualquer tipo de tempestade, tropeça em muitos obstáculos e mesmo assim não deixa de existir; não altera a sua rota, não diminui a sua dimensão, não perde o seu peso, não permite que o seu brilho seja ofuscado.

Só ama incondicionalmente quem é possuidor de uma alma grande e esse tipo de alma normalmente é acompanhada de um espírito de luz.

Amar assim é não viver subjugado a "mas" e "poréns", é não ter critérios para doar esse amor, é não exigir troca e abrir mão de reciprocidade.
Quando se ama incondicionalmente tem um espaço dentro do cérebro que fica reservado em definitivo para que nas vinte e quatro horas do dia o pensamento não se afaste do objeto desse amor. 



domingo, 3 de novembro de 2013

Para Repartir com Todos



Com este canto te chamo
Porque dependo de ti.
Quero encontrar um diamante
Sei que ele existe e onde está.
Não me acanho de pedir ajuda,
Sei que sozinho nunca vou poder achar,
Mas desde logo advirto,
É para repartir com todos.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

ESPÍRITO GUERREIRO


ESPÍRITO GUERREIRO


Espírito guerreiro, armado em Amor

Cingido na força de cima

Envolto em beleza, envolto em paz
Atado em liberdade, ilimitado em alcance
Coração partido largamente aberto,
Ele acolhe a todos que têm sede interior
Os braços estendidos a todos
Abraçando todos, ele não omite nenhum
Seus olhos são suaves, porta da compaixão
E apenas pergunta: "Posso dar mais?"
Ele sente as feridas de cada coração
E profundamente sabe que ele desempenha um papel
No plano perfeito de Deus, ele vem para mostrar
Um mundo quebrado o caminho a percorrer
Com uma linguagem universal, ele transmite 
Uma mensagem de amor em cada coração
Sua missão sempre na frente
Um estranho em um mundo estranho
Ele resiste sozinho contra a maré
De ganância e egoísmo, arrogância e orgulho
Escuridão é banida em sua luz
Sua estrela brilha resplandecente na noite mais escura
Espírito guerreiro continua a inspirar
Ninguém poderia ter alcançado mais alto

Meu Espírito Guerreiro, repouse 
Você já fez tudo
Você nos deu o seu melhor.

( Jan Carlson )
Junho de 2013


Créditos: http://withachildsheart.wordpress.com/

Tradução: Maíra

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O que adianta só eu mudar, e o outro?





por El Morya Luz da Consciência - nucleo.elmorya@terra.com.br


Grandes mudanças estão para acontecer no Universo inteiro, ouvimos isso o tempo todo. Sabemos que não serão tempos de grandes confrontos para aqueles que têm a paz no coração e na mente, que acreditam nas mudanças porque sabem que esse é um processo cósmico, e que nada e ninguém pode ficar estagnado. Que não acreditam somente porque estão vendo e ouvindo as notícias, divulgadas pela mídia, sobre catástrofes e alterações climáticas, e, sim, porque sabem em seus corações, que a evolução do homem permitida pelo Criador, precisa ocorrer, independente da nossa vontade e aproveitam ao máximo as oportunidades oferecidas por Ele.

Isso nos remete à necessidade de tomar a única decisão esperada pelos Seres de Luz que estão no comando dessas mudanças: viver de modo novo, onde cada atitude diferente significa que aprendemos com os erros e avançamos corajosamente, sem perder a chance de subir mais alguns degraus na escada da vida.

Para viver o novo precisamos de atenção e movimento constantes, sem rotinas. Largar velhos hábitos que até então paralizavam nossas ações. Sermos perseverantes, pacientes, amorosos, e termos uma profunda compreensão da necessidade de viver de acordo com uma nova realidade e, não, somente conhecê-la no mental. Viver o novo só na teoria, na intenção, não adianta, isso exige movimento, ação e consciência clara de como realmente estamos agindo, pensando e sentindo. Quando se aprende algo novo, deve-se conhecer cada etapa, meditar constantemente para dar um passo, vigiar os pensamentos , enfim...mudar exige consciência! Podemos cometer muitos erros, e eles serão importantes tanto para o aprendizado, como para testar nossa vontade, persistência e confiança, porque a dúvida fará parte dessa experiência até que consigamos dominar essa arte. Nunca deixar que a preocupação por parecermos estranhos (as) tome conta de nosso ser, pois, as mudanças estão acontecendo até na estrutura celular do ser humano e é inevitável sentirmos alterações no físico e sensações diferentes no emocional. Só precisamos aceitar e acompanhar o fluxo do plano.

Falar de mudanças é fácil, permiti-las não. Enquanto ainda deixamos que velhos padrões de rigidez, inflexibilidade, preconceitos, apegos, e dificuldades de aceitação façam parte de nós, impregnamos nossa personalidade. Por que resistimos tanto às mudanças? Alguns de nós, passaram a vida ouvindo que "pau que nasce torto, morre torto"! Criamos uma crença muito cômoda para justificar aquilo que ainda nos traz vantagens. Na sociedade caótica alguns podem perder o poder sobre o outro ao mudar, e, esse outro, talvez perca a oportunidade de ser vítima, pois precisa do algoz. Também a competição constante entre os homens para ver quem brilha mais, acaba, com a mudança de paradigmas! E aqueles que continuam nos velhos moldes ficarão perdidos...com quem irei disputar? Mudar exige aceitar o outro como ele é, e, impede as pessoas de promoverem o novo em suas vidas, por vaidade, orgulho, dependência, comodismo, falta de consciência e compreensão clara. Ceder é o maior problema! Ouvimos ainda algumas pessoas dizerem: ah! Já estou velho demais pra isso! Cada um usa o argumento que tem, pra continuar como está. Alguns ainda questionam: o que adianta um só mudar, se o outro não se propõe a fazer o mesmo? Se numa parceria precisamos de dois ou mais, qual será a diferença no resultado? Se estivermos fazendo isso por nós mesmos, sem nos importarmos com o outro, faz toda a diferença. Vamos ao médico por nós ou pelo outro? Quando sentimos essa necessidade, não somos nós o doente? Se algo não vai bem e sentiu vontade de mudar, faça você o movimento. Ninguém toma consciência junto, cada um tem seu ritmo, seu processo, seu próprio tempo. Alguém tem que dar o 1º passo. Essa é a 1ª etapa: ter consciência, promover uma ação. Se o médico indicar um remédio que demora pra fazer efeito, desistimos, desanimamos? Aí, entra a persistência. Ainda pode acontecer de não dar certo na 1ª tentativa. Voltamos e pedimos para mudar o medicamento... isso é confiança. Precisamos considerar também que o médico pode errar, ele é humano, continuamos doente, ou procuramos outro? Claro, que o mais lógico é procurar alguém que atenda nossas necessidades... isso é fluir com a vida! Até que fiquemos curados.

Na vida seria diferente? A dinâmica é a mesma: vontade, persistência, confiança e fluidez. Se não der certo, nós mudamos, fizemos a nossa parte, e sem colocar expectativas no outro. O universo irá conspirar a nosso favor, tanto promovendo uma reação, uma atitude semelhante nos que estiverem à nossa volta, fazendo com que a lei de atração possa agir e assim passamos a atrair tudo aquilo que esteja em harmonia conosco.

Podemos usar para equilibrar esse momento a energia Branca do 4º Raio, da Harmonia através dos Conflitos, que nos faz perceber o campo de consciência no qual nos encontramos limitados, e essa limitação acontece com todos nós, quando atingimos determinado grau de consciência. Ela nos leva a tal estado de insatisfação, que adquirimos a coragem para romper as barreiras por nós mesmos construídas, impulsionando-nos a mudar de vida. E essas forças contrárias são necessárias, para que a alma realize suas experiências, pois, se não conhecermos a sombra, não conseguiremos identificar a luz. Adquirimos a estrutura e a coragem de mudar toda nossa vida de forma construtiva.

..................






....................

sábado, 10 de março de 2012

Michael merece reciprocidade


É tão triste ver alguns fãs desistindo dessa grande aventura, dessa experiência maravilhosa, a qual Michael nos conduz. Estão desistindo desses propósitos, dessa luta pela verdade, pela conscientização... Tudo está voltando a ser como
sempre foi, indiferenças, individualismo, cada um cuidando apenas de suas prioridades...e por ai vai.
Não adianta dizer que não, porque isso está visível. Nem todos continuam com a mesma dedicação a Michael, não mesmo. Falta de tempo??? Não. Desmotivação é a palavra certa, indiferença, individualismo...
Michael sendo o Rei e com sua vida tão agitada sempre arranjou tempo para dar atenção a todos, para se dedicar aos fãs e ao mundo.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"Fase de crises é época de oportunidades"



Parece que todos estamos passando por uma crise pessoal e coletiva. O momento é de mudanças, especialmente da retomada de alguns importantes valores que se perderam em meio à luta pela sobrevivência. Muitas pessoas estão pessimistas esperando uma virada dolorosa em 2012. Se pararmos para refletir, poderemos perceber que a maior das crises que estamos vivendo é a crise da fé e da esperança. E é para essa crise que devemos olhar quando todo coletivo começa a despertar seus medos. A vida que vivemos até agora nos mostrou que é em momentos de crise que colocamos nossa criatividade em movimento. Na verdade, devemos entender que uma época de crises, é também uma época de oportunidades.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Michael é amor!! Michael é êxtase!!




Quero expor  a minha visão por Michael. Se bem que não é segredo a ninguém, pois nunca tiro nenhuma vírgula do que sempre digo sentir por ele, apenas acrescento mais e mais em cada mergulho meu. 

Não adianta nos desgastarmos tentando fazer com que todos vejam ou sintam tudo aquilo que vemos ou sentimos. Cada um tem a sua visão e cada visão tem o seu alcance. Quando olhamos, vemos até onde nossa visão alcança mas, quando além dos olhos usamos também o coração aberto, essa visão vai além e nos mostra em detalhes o que nem todos conseguem ver. Por isso é inútil tentarmos fazer que compreendam as análises que todos ousamos fazer das pessoas e de seus comportamentos.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O DIREITO AO DELÍRIO

 

O DIREITO AO DELÍRIO
escrito por Eduardo Galeano
DECLAMAÇÃO: EDUARDO GALEANO

"Mesmo que não possamos adivinhar o tempo que virá, temos ao menos o direito de imaginar, o que queremos que seja.
As Nações Unidas tem proclamado extensas listas de Direitos Humanos, mas a imensa maioria da humanidade não tem mais que os direitos de: ver, ouvir, calar.
Que tal começarmos a exercer o jamais proclamado direito de sonhar?
Que tal se delirarmos por um momentinho?

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Uma questão de Energia




O universo é constituído de uma energia dinâmica, uma energia que pode nos sustentar. Contudo, fomos desligados da fonte maior dessa energia, nos isolamos dela, e por isso nos sentimos fracos, inseguros e carentes. Diante desse déficit, nós sempre procuramos intensificar nossa energia pessoal da única maneira que conhecemos: buscando roubá-la psicologicamente de outros; uma competição inconsciente que é a base de todo conflito humano no mundo.

domingo, 6 de março de 2011

ECOS DA VIDA


Filho e pai caminhavam por uma montanha. De repente, o menino cai, machuca-se e grita:
- Ai!

Para sua surpresa, escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha:
- Ai!

Curioso, o menino pergunta:
- Quem é você?

Recebe como resposta:
- Quem é você?

Contrariado, grita:
- Seu covarde!

Escuta como resposta:
- Seu covarde!

O menino olha para o pai e pergunta, aflito:
- O que é isso?

O pai sorri e diz:
- Meu filho, preste atenção.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Oportunidade.




Eu não tinha para onde correr, por mais que a ideia me agradasse. Presa numa armadilha engenhosa da mente, dessas que são capazes de convencer distraídos e incautos de que são meras coincidências, não me restou outra alternativa senão dar de cara com a tal dor antiquíssima. Numa outra circunstância, a mesma frequência, a mesma substância. De repente, quando me dei conta, éramos somente eu, ela e seus filhotes naquele trecho de mata cerrada da alma quando a alma não se importa nem um pouco de acender seu breu.

Estava quieta há tantas viradas de calendário, tecendo dramas em silêncio, procriando sem fazer ruído, que eu jurava já fazer parte do meu museu de superações. Que nada. Lá estava ela, olhos agudos esparramados nos meus sem constrangimento, fresca como se tivesse acabado de ser colhida do pé. Vívida como a estrela mais nítida no escuro mais silente da noite. Lá estava ela, engasgada na sombra à espera de olhar. À espera de abraço. À espera da chance de falar. À espera de luz.

Ali, presa fácil para o suposto inimigo, as defesas ludibriadas com requinte, num primeiro momento eu olhei para ela com um enfado absurdo, uma irritação rara, paciência zero.

“Você, ainda?”
“Ainda.”
“Não cansa, não?”
“Não posso, até que você se canse e, de uma vez por todas, escolha me olhar com o amor capaz de me ouvir e de me curar.”

Num segundo momento, cansadíssima, eu a acolhi e deixei ela falar suas queixas todas até realmente começar a escutá-la. Eu a abracei com a empatia, o respeito, o afeto, com os quais a gente abraça um amado profundamente ferido. Eu nem sabia ainda como poderíamos, juntas, mudar o rumo da história, e se saberíamos, mas, ali, eu escolhi me empenhar. Escolhi assumir a minha responsabilidade terna por nós duas. Escolhi aproveitar a oportunidade oferecida pela mais nova armadilha engenhosa da mente, outra circunstância, a mesma frequência, a mesma substância.

Ali, eu escolhi, pela primeira vez, talvez de uma vez por todas, olhá-la com amor até a gente conseguir se curar e ser capaz de semear circunstâncias mais felizes, outra frequência, outra substância. Outra, bem-vinda, colheita. Depois daquele inverno tão sisudo, quem sabe, a vez do cheiro de flor quando ri da primavera.
(Ana Jácomo)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011




SINCRONIA

Delicadamente, o vento soprava o fino tecido da cortina. Ela expandia, retraía, fluxo e refluxo das ondas da brisa carinhosa. Recostada na cama, olhar afrouxado, aquilo para mim se assemelhava à respiração serena de um instante que sorria.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Com Honestidade...



COM HONESTIDADE

De vez em quando, a água, por natureza cristalina, de lindas praias existentes na região dos afetos fica turva por detritos emocionais acumulados, nossos e alheios. Às vezes, é possível percebê-los e até identificá-los na superfície. Outras, não. Só o que dá pra perceber é a transparência prejudicada. O desconforto que nem mesmo a massagem das ondas consegue desmanchar. A espontaneidade que desaprendeu a fluir. Um aperto meio doído na garganta dos instantes compartilhados.

Os tais detritos, entre outras coisas, podem ser resíduos de achismos traiçoeiros, olhares estreitados, tristezas arqueológicas, cacos de carências, bobagens fermentadas, perdões mal costurados, medos cabíveis e outros que não cabem. Podem ser também resíduos de coisas inimagináveis, criadas durante trechos de silêncio ruidoso pela falta daquele raro diálogo que não se restringe ao andar da cabeça. Aquele que tem espaço para começar no coração. Aquele que é lugar onde ninguém precisa se defender de ninguém para oferecer proteção a si mesmo. Aquele que quando não acontece às vezes se transforma em dois monólogos esquisitíssimos, feitos de equívocos e sentimentos embolados pelas mãos da confusão.

A verdade é que, embora quiséssemos, não encontramos uns com os outros ao longo da extensa orla da existência só para compartilhar banhos aprazíveis em mar de águas claras, clima ameno, riso farto, coco gelado ou uma cerveja boa. A ideia é ótima, e deve ser desfrutada tanto quanto seja possível, mas não é só essa. Os encontros, sobretudo aqueles que acontecem com potencial pra trazer à tona os seres amorosos que, por essência, já somos, evidenciam nossas belezas sem reservas, mas podem também turvar as águas de quando em quando. Uma hora costuma acontecer, coisas nossas, coisas alheias. Geralmente, chamamos isso de problema, mas um nome também adequado é oportunidade.

Quando acontece, a gente às vezes fica tão assustado que tenta se convencer por a mais b que os detritos são só do outro e as belezas são só nossas. Outras vezes, pode se afastar correndo da beira da praia e deixar o outro se virar sozinho com os resíduos todos, os dele e os nossos. Outras também, inábeis, estabanados, como costumam ser as pessoas que estão começando a aprender a amar, podemos só conseguir revolver os detritos e espalhá-los ainda mais, no afã de resgatar de qualquer jeito a transparência comprometida.

Talvez nesses momentos o gesto mais promissor e generoso possível seja, com toda a calma que soubermos, começar a sair do monólogo esquisito para dialogar a partir do coração. Talvez seja arriscar descobrirmos juntos o que está turvando a água antes que ela se torne mais poluída. E, se o sentimento compartilhado realmente for bacana e precioso para as duas vidas, quem sabe pedir uma para a outra com honestidade: “não desiste de mim.”
(Ana Jácomo)


Michael...não desisteirei de vc nunca!!!
I love you more...L.O.V.E.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

QUEM ATIRA A PRIMEIRA PEDRA?



QUEM ATIRA A PRIMEIRA PEDRA?


Existem muitas pessoas que se dizem incapazes de perdoar erros alheios.
São pessoas que se julgam perfeitas, e portanto, não cometem erros... segundo seu julgamento pessoal, é claro. Geralmente são as que mais cometem erros. O primeiro deles, é um erro de julgamento, logo condenando outrem por uma primeira impressão, por algo que possivelmente não entendeu corretamente. E isso é um erro crasso, sem dúvida alguma.
Não é porque alguém pensa de maneira diferente do que a nossa, seu pensar é errado. Tão somente trata-se de alguém que tem outro ponto de vista. Há que se parar para pensar antes de fazer críticas ofensivas. Se queremos ter nossos pontos de vista respeitados, temos que respeitar os alheios, por mais discordantes que sejam.
É necessário sempre ter presente que não existe a verdade absoluta, eterna. Uma nova maneira de pensar pode mudar regras antes tidas como imutáveis. Isso existe e sempre existiu, e continuará existindo. Tudo é passível de mudanças. Vamos reavaliar nossas idéias, atualizando-as. Não fiquemos presos a certos grilhões a que nos levam certos pensamentos retrógrados.
Se não quisermos aceitar outra maneira de pensar, vamos pelo menos respeitar quem pensa de maneira diferente. Poderemos eventualmente dialogar, manifestando nossa discordância, e nunca criticar acerbamente só porque não concordamos com algum pensamento alheio, mesmo que esteja errado. Pode ser que o erro seja nosso...
Não podemos nos esquecer de que todos nós somos passíveis de erros. A perfeição não existe. Claro que é muito fácil apontar erros alheios. O difícil é aceitar e reconhecer os próprios.
Por que será tão difícil aceitar nossa falibilidade? Por que será tão fácil apontar falhas de outrem?
Não se esqueçam de que, ao apontar com o dedo indicador para alguém, existem três outros dedos apontando para seu peito...
Um pensamento de L’Inconnu que vem a calhar.
"Aquele que não pode perdoar, destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar."
Claro que a incapacidade de perdoar acaba nos deixando como que insensíveis... nos deixando mais duros... e tirando igualmente, a capacidade de reconhecer os próprios erros. Acabaremos criando uma capa de infalibilidade que na verdade inexiste para os seres humanos.
Paralelamente, essa dureza excessiva também criará nas outras pessoas uma expectativa de nos dar o troco quando falharmos. Da mesma maneira que não fomos capazes de relevar eventuais "mancadas" alheias, ninguém nos desculpará por uma "rata" nossa, por menor que ela seja.
Claro existem falhas, erros, "mancadas" que exigem uma punição. E uma punição rigorosa. Porém essa punição deverá ser aplicada por quem de direito. Nunca por quem não tiver autoridade para tanto.
Aliás, é justamente por isso que para se definir uma culpabilidade, existe um júri, composto por diversas pessoas que se devem por de acordo. E mesmo assim ocorrem falhas... Que dizer então, de um julgamento feito precipitadamente no aceso de uma discussão, ou analisando algo que nos prejudicou?
Para tanto, sempre deveremos ter em mente que nosso julgamento, bem como nossos atos, é sujeito a falhas. E, da mesma maneira que estamos julgando os erros de alguém... teremos nossos erros julgados amanhã... E certamente não gostaremos de ser analisados com a mesma dureza que fazemos nossa análise, nosso julgamento.
Existe uma outra frase famosa, também do meu amigo L'Inconnu: Errar é humano... Perdoar é divino. Claro que, conforme o que tenha acontecido, não é muito fácil perdoar-se alguém... Mas sempre deveremos nos perguntar se agiríamos de maneira diferente, em se trocando as posições. Sempre deveremos nos colocar do outro lado, para sentir como gostaríamos de ser tratados. E assim agir...
(Marcial Salaverry)




“Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar as minhas opiniões, porque não me envergonho de raciocinar e aprender.”
(Alexandre Herculano)

Nem eu... ;)